16 de Março de 2010 / às 15:14 / em 8 anos

Italiano Lippi aponta Brasil como maior favorito da Copa

<p>T&eacute;cnico da sele&ccedil;&atilde;o italiana, Marcello Luppi, fala em coletiva de imprensa em Roma. Segundo ele, a sele&ccedil;&atilde;o brasileira &eacute; a favorita para conquistar a Copa do Mundo em julho. 16/03/2010 REUTERS/Tony Gentile</p>

Por Gavin Jones

ROMA (Reuters) - A seleção brasileira é a favorita para conquistar a Copa do Mundo em julho, disse o técnico da seleção italiana, atual campeã mundial, Marcello Lippi.

A Espanha, campeã da Europa, tem sido considerara por muitos críticos como a principal equipe da atualidade, mas o Brasil terá uma motivação extra, de acordo com Lippi.

“O Brasil é o time mais forte”, disse Lippi a uma seleto grupo de jornalistas estrangeiros.

“Os brasileiros estarão muito motivados, já que dá última vez que eles eram os mais fortes acabaram perdendo (nas quartas-de-final de 2006)”, acrescentou Lippi, cuja equipe veterana não está é vista entre os favoritos por atuações fracas nos últimos jogos.

A falta de criatividade da seleção italiana aumentou a pressão sobre Lippi para convocar o meio-campista da Sampdoria Antonio Cassano e o atacante da Inter de Milão Mario Balotelli.

No entanto, a cotação de Cassano caiu muito desde a virada do ano e ele dificilmente terá uma chance na África do Sul, enquanto Balotelli, de 19 anos, tem contra ele os constantes problemas com o técnico da Inter de Milão, José Mourinho.

Alguns críticos acreditam que Balotelli, que é negro, deveria ser incluído na seleção para aumentar a igualdade racial no time, mas Lippi disse que o atacante ainda não está pronto.

“Todos sabem que eu sou contra qualquer tipo de racismo. Há apenas uma raça, a raça humana, mas estou convencido que um treinador não pode escolher seus jogadores por essa razão”, disse Lippi.

“Tenho certeza que quando ele concluir esse processo de amadurecimento com a Inter ele estará pronto e terá qualidades úteis para a seleção italiana.”

Lippi disse que a Itália terá dificuldades para defender o título mundial conquistado há quatro anos e mais uma vez não esclareceu se pretende deixar a seleção após a Copa.

Ele negou que seu time seja velho demais, alegando que a experiência vale mais que a juventude num torneio de um mês. E brincou, dizendo que ainda há tempo para surgir um escândalo que aumente a união da equipe, como o escândalo de manipulação de resultados de 2006 no futebol italiano.

“Bem, ainda temos três meses pela frente”, disse.

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