Arshavin do Arsenal ainda sonha em jogar no Barcelona

terça-feira, 27 de abril de 2010 11:10 BRT
 

MOSCOU (Reuters) - O atacante do Arsenal Andrei Arshavin, fã de longa data do Barcelona, ainda sonha em jogar pelos gigantes espanhóis um dia, disse o jogador da seleção russa.

"Mesmo jogando apenas uma temporada pelo Barcelona seria o auge da toda a minha carreira", disse Arshavin ao jornal Sport-Express nesta terça-feira. O atacante ficou fora das duas partidas em que o Barça eliminou o Arsenal da Liga dos Campeões no começo do mês, devido a uma lesão na panturrilha.

"O Barça é o melhor time do mundo e eu gosto demais do estilo de jogo deles. Mas depois de vê-los contra o Arsenal (nas quartas-de-final da Liga dos Campeões) o prazer se transformou rapidamente em tristeza."

"Eles são muito melhores do que qualquer um no momento."

Indagado por que o Barcelona foi derrotado por 3 x 1 pela Inter de Milão na partida de ida da semifinal da Liga dos Campeões, Arshavin disse: "É tudo a mágica de (José) Mourinho. Ele é um gênio."

"Acho que há três técnicos que são os melhores do mundo -- Fabio Capello (da seleção inglesa), José Mourinho e Guus Hiddink (ex-técnico da seleção russa). Se eu pudesse escolher o técnico para a seleção russa, eu gostaria que um deles fosse nosso chefe", acrescentou.

"Arséne Wenger (técnico do Arsenal) é também um bom técnico, mas não para a Rússia."

Arshavin, que faz 29 anos no próximo mês, poderia facilmente ter terminado na capital catalã ao invés de Londres depois de seu impressionante desempenho na Eurocopa de 2008, onde ele ajudou a Rússia a chegar às semifinais.

A proposta do Barcelona para o talentoso jogador foi rejeitado pelo Zenit São Petersburgo em julho de 2008, antes de o jogador se juntar ao Arsenal em janeiro do ano passado.

(Reportagem de Gennady Fyodorov)

 
<p>Arshavin corre durante partida em Londres. O atacante do Arsenal Andrei Arshavin, f&atilde; de longa data do Barcelona, ainda sonha em jogar pelos gigantes espanh&oacute;is um dia, disse o jogador da sele&ccedil;&atilde;o russa.27/12/2009.REUTERS/Kieran Doherty</p>