CURTAS-Banda do Zimbábue se enrola no hino brasileiro

quarta-feira, 2 de junho de 2010 15:18 BRT
 

HARARE (Reuters) - A banda da polícia do Zimbábue cometeu diversos erros durante a execução do hino nacional brasileiro antes do amistoso desta quarta-feira, e alguns jogadores da seleção foram flagrados demonstrando insatisfação enquanto tinham suas imagens exibidas no telão do estádio.

Já na introdução foi possível perceber que o hino não estava sendo tocado corretamente, o que continuou acontecendo até o fim da execução. Alguns jogadores, como o capitão Lúcio, ficaram visivelmente constrangidos com os erros e com a longa duração da execução, que normalmente é encurtada nas apresentações em eventos esportivos.

LIMOUSINES

A seleção do Zimbábue deixou o hotel onde estava concentrada para o amistoso com o Brasil em duas limousines, uma delas uma Hammer, a caminho do Estácio Nacional de Harare. Num país onde a maior parte da população vive com menos de 1 dólar por dia, centenas de pessoas se aglomeraram do lado de fora do hotel para fotografar as limousines, que foram cedidas de graça à seleção para o jogo com o Brasil por uma empresa de aluguel de carros de luxo.

CARNE DE PORCO

A tradição do torcedor de futebol do Zimbábue na hora do lanche é comer lombo de porco grelhado acompanhado de uma espécie de purê de batata. A carne de porco é assada na brasa do lado de fora do estádio, e os torcedores encaram longas filas para comprar o prato por 1 dólar. Durante a confusão e empurra-empurra para entrar no Estádio Nacional para o amistoso com o Brasil, muitos torcedores perderam seus pratos.

AJUDINHA

A empresa que organizou a partida providenciou um serviço de Internet para a imprensa credenciada para cobrir o jogo, mas até poucos minutos antes do início da partida o serviço não estava disponível. O motivo era simples: não havia uma extensão para ligar o modem. O problema foi resolvido com ajuda de um fotógrafo brasileiro, que emprestou a sua extensão.

(Por Pedro Fonseca e Paulo Whitaker)

 
<p>Torcedores usam cornetas durante jogo amistoso entre Brasil e Zimb&aacute;bue em Harare. REUTERS/Paulo Whitaker</p>