June 21, 2010 / 3:32 PM / 7 years ago

Paraguai sonha com classificação e fim de histórico negativo

3 Min, DE LEITURA

Por Angus MacSwan

BLOEMFONTIEN (Reuters) - Frequentemente visto como azarão entre as seleções ilustres da América do Sul, o Paraguai tem a sensação de que sua busca pela glória finalmente está ao alcance das mãos.

Após empatar com a campeã mundial Itália em 1 x 1 e despachar a Eslováquia por 2 x 0 no domingo, o time almeja liderar o Grupo F para conseguir um jogo mais fácil nas oitavas-de-final.

Antes, porém, o Paraguai enfrenta a Nova Zelândia na quinta-feira, uma tarefa simples em teoria para a seleção que derrotou Brasil e Argentina nas eliminatórias para o Mundial.

Mas os neozelandeses não podem mais ser desdenhados, tendo causado uma das maiores surpresas do torneio ao empatar com a Itália no domingo depois de marcar um gol de empate de última hora na Eslováquia.

O Paraguai, entretanto, ainda vibra com sua vitória sobre os eslovacos.

"Foi uma grande partida. Marcamos e nos sentimos perto das oitavas-de-final. Vamos jogar a próxima partida como se fosse a final", disse Enrique Vera, eleito o melhor da partida de domingo.

Os paraguaios lideram seu grupo com quatro pontos em dois jogos, com Itália e Nova Zelândia com dois pontos e a Eslováquia com um.

"Sabemos o objetivo que estabelecemos, mas assim que chegarmos lá queremos continuar melhorando", disse o atacante Roque Santa Cruz. "O Paraguai tem orgulho de ser uma das seleções que conseguem jogar e ser duras ao mesmo tempo."

Por liderar o grupo, a equipe pode evitar a Holanda na próxima fase, disse Santa Cruz.

Ainda assim, há motivos de preocupação para o técnico Gerardo Martino. Ele admitiu que nos momentos finais do primeiro tempo e início do segundo o Paraguai tirou o pé do acelerador contra uma Eslováquia decepcionante.

"Estávamos partindo para cima. Tivemos oportunidades, mas acho que esquecemos o que estávamos fazendo bem", disse Martino, segundo o qual se o time aproveitar todo seu potencial "não há limite para onde podemos chegar".

Quanto à luta para emergir da sombra de times como Brasil e Argentina, Santa Cruz disse: "Sempre chega a hora de mudar a história".

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