23 de Junho de 2010 / às 20:11 / 7 anos atrás

Italiano Pirlo fica no banco em jogo contra Eslováquia

<p>Meio-campista Andrea Pirlo participa de sess&atilde;o de treinamento na &Aacute;frica do Sul: jogador ficar&aacute; no banco contra a Eslov&aacute;quia.Stefano Rellandini</p>

Por Mark Meadows

JOHANESBURGO (Reuters) - O meio-campista Andrea Pirlo só está em condição de ficar no banco no jogo decisivo de quinta-feira contra a Eslováquia pelo Grupo F, disse o técnico Marcello Lippi nesta quarta-feira.

"Ele não vai iniciar, vai ficar no banco à disposição", declarou um Lippi calmo em coletiva de imprensa.

Pirlo tampouco atuou nos dois empates em 1 x 1 com Paraguai e Nova Zelândia por conta de uma contusão na panturrilha, e os campeões do mundo sentiram falta de sua criatividade.

O campeão do mundo de 2006 tem treinado com o time desde segunda-feira, mas o jogo em Johanesburgo, que a Itália precisa vencer para garantir uma vaga nas oitavas de final, veio cedo demais para ele.

Pirlo deveria substituir Claudio Marchisio, que penou nos dois primeiros jogos, mas agora o meia Gennaro Gattuso é o mais provável na escalação ao lado de Daniele De Rossi e Riccardo Montolivo no centro do campo.

Lippi se recusou a discutir o resto da formação, mas as falhas italianas no ataque até o momento levaram a mídia a especular que Giampaolo Pazzini e Antonio Di Natale irão entrar nos lugares de Alberto Gilardino e Simone Pepe.

Os dois gols sofridos pela Itália também foram resultado de faltas cobradas para a área, mas o capitão Fabio Cannavaro irá continuar no centro da defesa apesar de seus erros.

"Vamos fazer o que fizemos até agora na defesa, talvez com um pouco mais de atenção às bolas longas na área, mas na frente temos que melhorar, sem dúvida", acrescentou Lippi.

Se o Paraguai bater a Nova Zelândia na outra partida do dia, um empate levará os italianos à segunda fase com três pontos, como em 1982, quando conquistaram o troféu.

Cannavaro exige uma vitória e não quer encarar o fato de que este pode ser seu último jogo com a Itália, e também o de Lippi.

Jogador do ano em 2006, criticado pela mídia italiana por estar velho e fora de forma, irá se aposentar da seleção depois do torneio, enquanto Lippi encerra sua segunda passagem pela seleção para dar lugar a Cesare Prandelli.

"Minha preocupação não é eu mesmo jogar bem, é com a classificação. Estou satisfeito com a maneira como tudo está correndo, mas falta uma vitória, uma vitória muda tudo", disse o zagueiro de 36 anos.

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