Ingleses apostam que título mundial é possível

quinta-feira, 24 de junho de 2010 11:03 BRT
 

Por Martin Petty

PORT ELIZABETH (Reuters) - A Inglaterra insiste que o início ruim da Copa do Mundo já foi superado e que agora o país pode vencer o torneio após a vitória por 1 x 0 sobre a Eslovênia na quarta-feira.

Após dois empates, a Inglaterra conseguiu o segundo lugar do grupo C com um resultado positivo numa partida em que jogou muito melhor, mas que ainda teve alguns momentos de pânico em Port Elizabeth.

A seleção inglesa ficou atrás dos Estados Unidos no grupo, que conseguiu a liderança por conta dos gols marcados.

O meio-campista Frank Lampard disse que a história mostra que resultados na fase de grupos são insignificantes na fase eliminatória da Copa do Mundo e que a Inglaterra ainda está na disputa pelo título. Eles enfrentam os vencedores do grupo D, a Alemanha, em Bloemfontein no dia 27 de junho.

"O nosso desempenho deu esperança. Já vimos várias vezes grandes times que começam mal, mas depois aparecem fortes e bem", disse. "Tudo começa aqui - agora é eliminação. Como você jogou na fase de grupos não importa mais, são jogos eliminatórios".

"Tudo o que importa é o atual desempenho. Quando você tem apenas quatro partidas de algo especial, é possível focar a mente nisso", acrescentou Lampard.

A Inglaterra esteve sempre no controle da partida contra os eslovenos, com Wayne Rooney, Steven Gerrard e John Terry se destacando em um primeiro tempo cheio de ação.

O desempenho do time ficou longe da perfeição, com várias oportunidades perdidas, alguns passes sem direção e certos momentos de pânico na defesa. Rooney mostrou melhora, mas está longe da forma cintilante que teve no Campeonato Inglês.   Continuação...

 
<p>Glen Johnson, Wayne Rooney, Gareth Barry, Joe Hart e John Terry (esq &agrave; dir) escutam o t&eacute;cnico Fabio Cabello durante sess&atilde;o de treino em Rustemburgo. A Inglaterra acredita poder vencer a Copa do Mundo ap&oacute;s a vit&oacute;ria por 1 x 0 sobre a Eslov&ecirc;nia. 24/06/2010 REUTERS/Adnan Abidi</p>