Hamilton é multado por dirigir com imprudência em Melbourne

terça-feira, 24 de agosto de 2010 11:59 BRT
 

MELBOURNE (Reuters) - O piloto da McLaren Lewis Hamilton foi multado em 500 dólares australianos (445 dólares), mas conseguiu escapar da condenação de dirigir com imprudência fora do circuito da GP da Austrália em Melbourne, no mês de março.

Hamilton ficou em quinto lugar na corrida, foi multado e sua Mercedes foi apreendida por cantar os pneus em uma rua próxima ao circuito de Alberta Park. A polícia estava presente no local do incidente.

O piloto de 25 anos não compareceu ao tribunal de magistrados de Melbourne nesta terça-feira, mas não foi condenado por "dirigir um veículo causando a perda de tração", disse um porta-voz do tribunal à Reuters.

Segundo a mídia local, o advogado de Hamilton disse ao tribunal que o britânico havia se desculpado publicamente, e que sentia "vergonha, humilhação e angústia" depois de ser denunciado pela mídia.

O magistrado Clive Alsop disse que Hamilton era um exemplo para os jovens, o que colocava sobre ele o peso de se comportar de maneira responsável.

"Isso é sobre uma pessoa em uma posição de responsabilidade agindo como um 'hoon'", disse Alsop segundo a Australian Associated Press.

Um 'hoon' é um termo usado por australianos e neozelandeses para descrever uma pessoa que dirige de forma irresponsável e imprudente.

Alsop disse que não condenaria Hamilton por ter sido apenas a primeira transgressão desse tipo cometida pelo britânico.

Dirigir fora dos circuitos já trouxe complicações com a lei para Hamilton. O campeão mundial de 2008 foi multado e sua carta de motorista suspensa por um mês depois de ser parado pela polícia na França, dirigindo a 196 quilômetros por hora na estrada.   Continuação...

 
<p>Piloto da McLaren Lewis Hamilton na primeira sess&atilde;o de treino livro para o GP da Hungria, em julho. Hamilton foi multado em 500 d&oacute;lares australianos por dirigir com imprud&ecirc;ncia fora do circuito da GP da Austr&aacute;lia em Melbourne. 30/07/2010 REUTERS/Leonhard Foeger/Arquivo</p>