Maradona lidera corrida para cargo de treinador de Portugal

terça-feira, 14 de setembro de 2010 14:50 BRT
 

Por Shrikesh Laxmidas

LISBOA (Reuters) - O argentino Diego Maradona está numa lista de três treinadores latino-americanos com chances de substituir Carlos Queiroz como técnico da seleção de Portugal.

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) demitiu Queiroz na semana passada, após o treinador ter recebido uma suspensão de seis meses por ter insultado médicos que realizaram exames antidoping nos jogadores da seleção. Seu substituto deve ser anunciado nos próximos dias.

Maradona, que deixou a seleção argentina após a Copa do Mundo da África do Sul, seu compatriota José Pekerman e o ex-treinador da seleção mexicana José Aguirre são os principais concorrentes para o posto.

O ex-técnico do Sporting Paulo Bento é considerado pelos meios de comunicação locais como o candidato mais forte para assumir Portugal, que está envolvido nas eliminatórias da Euro de 2012.

No entanto, segundo outras reportagens, alguns dirigentes da FPF acreditam que a seleção precisa de um treinador estrangeiro com prestígio internacional que esteja acostumado a lidar com grandes estrelas como Cristiano Ronaldo, que não conseguiu brilhar sob comando de Queiroz.

A campanha de Portugal nas eliminatórias da Euro não começou bem. A equipe empatou por 4 x 4 em casa contra o Chipre e perdeu por 1 x 0 em sua visita à Noruega.

"É verdade (que Maradona está interessado). Diego e eu falamos sobre isso, e é um projeto que nos atrais. Ele tem vontade e está disponível, mas ainda não foi contactado", disse ao jornal esportivo A Bola Alejandro Mancuso, um dos assistentes de Maradona na seleção argentina.

Pekerman, outro ex-técnico da seleção, também está interessado no cargo em Portugal, segundo seu representante.   Continuação...

 
<p>Diego Maradona, ex-t&eacute;cnico da sele&ccedil;&atilde;o argentina, est&aacute; numa lista de tr&ecirc;s treinadores latino-americanos com chances de substituir Carlos Queiroz como t&eacute;cnico da sele&ccedil;&atilde;o de Portugal. REUTERS/Enrique Marcarian</p>