Líder Lazio perde clássico, Milan e Juventus vencem

domingo, 7 de novembro de 2010 17:22 BRST
 

Por Mark Meadows

MILÃO (Reuters) - O goleiro da Lazio, Fernando Muslera, assistia horrorizado enquanto o pênalti fraco cobrado por Marco Borriello passava sob seu corpo e ia parar no fundo da rede para ajudar a sua rival Roma a vencer a líder do Campeonato Italiano por 2 x 0, neste domingo.

Mirko Vucinic ampliou o placar no segundo tempo para mudar o já tradicional clássico explosivo, que ganhou vida após o intervalo.

A primeira derrota da Lazio desde o início do campeonato permitiu que o segundo colocado Milan diminuísse sua vantagem para apenas dois pontos e ultrapassasse a campeã Inter de Milão com a vitória sobre o Bari por 3 x 2.

Juventus e Napoli estão apenas um ponto atrás da terceira colocada Inter, que empatou em 1 x 1 com o Brescia em pleno San Siro, no sábado, depois das vitórias em casa de Cesena e Parma.

Depois de quase não ter sobrevivido à briga para não ser rebaixada, a Lazio tem sido uma revelação no campeonato, mas seu décimo jogo fora de casa terminou em grande desapontamento.

A Roma, candidata ao título da temporada passada, mas inconsistente na atual, jogou sem o capitão Francesco Totti, suspenso, mas conseguiu sair na frente quando, aos 7 minutos do segundo tempo Stephan Lichtsteiner colocou a mão na bola cruzada na área por Simplício.

Ex-atacante do Milan, Borriello não conseguiu chutar com força, mas Muslera, goleiro do Uruguai na Copa do Mundo, saltou na direção da bola e a deixou passar.

Os assentos vazios no Estádio Olímpico e incomum falta de paixão no primeiro tempo foram esquecidos durante a emocionante etapa complementar, quando os dois times acertaram a trave e o meio-campo da Lazio Stefano Mauri ficou furioso quando um pênalti não foi dado a favor de seu time.   Continuação...

 
<p>Jogadores da Roma Mirko Vucinic (direita) e Marco Borriello (esquerda) comemoram final da partida em que sua equipe derrotou a Lazio por 2 x 0 pelo Campeonato Italiano, neste domingo, 7 de novembro de 2010. REUTERS/Max Rossi</p>