Red Bull garante que Webber e Vettel podem lutar abertamente

quinta-feira, 11 de novembro de 2010 18:34 BRST
 

Por Alan Baldwin

ABU DHABI (Reuters) - Os companheiros de equipe Red Bull e concorrentes pelo título mundial Sebastian Vettel e Mark Webber receberam autorização para disputar abertamente a corrida de domingo que vai decidir a temporada da Fórmula 1.

O chefe da equipe, Christian Horner, reiterou a repórteres no circuito Yas Marina, em Abu Dhabi, nesta quinta-feira, que não haverá em qualquer hipótese "ordens de equipe" e tampouco qualquer tentativa de favorecer um ou outro piloto.

"Nossa prioridade é realmente ir à luta, já que nossos dois pilotos não têm nada a perder", disse Horner, cuja equipe conquistou o título de Construtores no Brasil no fim de semana passado.

Webber está oito ponto atrás do líder do campeonato Fernando Alonso, da Ferrari, enquanto Vettel está mais sete pontos atrás do australiano. O britânico Lewis Hamilton, da McLaren, quarto piloto na disputa, está 24 pontos atrás do líder.

Alonso precisa apenas chegar em segundo para conquistar seu terceiro título mundial, enquanto Webber pode ser campeão se vencer a prova numa dobradinha da Red Bull com Vettel em segundo. No entanto, se Alonso abandonar a prova, as duas Red Bulls poderão ter que travar uma batalha direta pelo título.

"Nessa situação, eles estarão ambos correndo pelo título mundial, e eu não acho que faria qualquer diferença a gente dizer a eles para não competirem, o que nós não faremos", disse Horner.

"Eles estariam lutando pelo título mundial. Claro que eles sabem que, para terminar em primeiro, é preciso terminar a corrida", acrescentou.

Se Vettel vencer, ele será o campeão mais jovem da Fórmula 1. Se o título ficar com Webber, ele será apenas o terceiro australiano campeão da F1, e o primeiro nos últimos 30 anos.

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<p>Mark Webber, da Red Bull, est&aacute; oito ponto atr&aacute;s do l&iacute;der do campeonato Fernando Alonso, da Ferrari, enquanto seu colega de quipe Sebastian Vettel est&aacute; mais sete pontos atr&aacute;s do australiano para o t&iacute;tulo da F&oacute;rmula 1. REUTERS/Caren Firouz</p>