Inter perde pela primeira vez sob comando de Leonardo

domingo, 23 de janeiro de 2011 13:09 BRST
 

MILÃO (Reuters) - A Inter de Milão perdeu pela primeira vez após Leonardo ter sido contratado como treinador. A campeã da temporada passada do Campeonato Italiano, que venceu cinco partidas consecutivas, mereceu perder por 3 x 1 para a Udinese neste domingo.

Dejan Stankovic abriu o placar para o time milanês aos 16 minutos do primeiro tempo aproveitando um passe de Thiago Motta, mas Cristian Zapata empatou rapidamente com a perna esquerda em chute que Luca Castellazzi não conseguiu defender.

O artilheiro do Italiano Antonio Di Natale marcou em bonita cobrança de falta e Maurizio Domizzi aproveitou falha de Castellazzi, em má fase, para deixar o seu gol no segundo tempo.

A quinta colocada Inter venceu cinco partidas consecutivas em todas as competições desde que Leonardo substituiu Rafa Benitez no dia 24 de dezembro, mas - apesar de ter uma partida a menos - eles podem ficar nove pontos atrás do líder Milan se o rival vencer o Cesena em partida que vai ser realizada ainda neste domingo.

O time campeão da Europa não conta com Julio Cesar, Wesley Sneijder e Diego Milito, contundidos. A Inter, que começou a partida contra a Udinese com a mesma confiança que mostrou desde a chegada do técnico brasileiro, não demorou para mostrar a fragilidade da era Benitez. A nova formação tática de Leonardo, o 4-3-1-2, também mostrou fraquezas como problemas para usar os lados do campo em uma partida truncada.

Stankovic testou o goleiro da Udinese Samir Handanovic duas vezes e os visitantes ainda reclamaram de um pênalti não marcado, mas a equipe da casa foi mais perigosa com Alexis Sanchez, que pode ser comprado pela Inter, que busca mais um atacante.

O Roma venceu o Cagliari por 3 x 0 no sábado para ficar na segunda colocação, três pontos acima da Inter.

 
<p>Goran Pandev (&agrave; esq.), da Inter de Mil&atilde;o, desafia Maurizio Domizzi, da Udinese, durante partida pela s&eacute;rie A do campeonato italiano em Udine, 23 de janeiro de 2011. REUTERS/Daniel Raunig</p>