Ronaldinho estreia no Engenhão lotado em lua de mel com torcida

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011 08:52 BRST
 

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Diante de mais de 40 mil festivos torcedores, o meia Ronaldinho Gaúcho jogou os noventa minutos na sua estreia com a camisa do Flamengo, que venceu o pequeno Nova Iguaçu por 1 x 0 pelo campeonato estadual do Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira.

Gaúcho mostrou à torcida, que lotou o estádio do Engenhão, suas tradicionais jogadas de efeito e alguns toques de classe.

De volta ao Brasil depois de anos na Europa com passagens por Paris Saint Germain, Barcelona e Milan, a volta ao Brasil foi com grande festa.

A torcida fez inúmeras homenagens ao craque antes da partida com faixas, cartazes e até um mosaico com a saudação "Bem-Vindo R-10". O jogador fez questão de agradecer e acenar para a torcida. Outra homenagem foi feita pelo técnico Wanderlei Luxemburgo que o escolheu para ser o capitão da equipe. A faixa foi entregue dentro de campo pelo ex-capitão , o lateral Léo Moura

Na primeira jogada, logo com poucos minutos de jogo, Gaúcho tentou um lançamento de efeito para delírio da torcida que gritava e vibrava a cada toque do craque na bola durante toda a primeira etapa. O clima de euforia era tão grande que até as jogadas erradas do craque eram comemoradas pela torcida.

Ao longo do primeiro tempo, Ronaldinho apareceu mais nas jogadas de bola parada, mas também correu, lutou e até deu carrinho para recuperar uma bola perdida.

"Eles estão bem fechados e vamos correr e nos movimentar para cansar eles", disse o craque no intervalo.

O jogador, que passou duas semanas treinando antes da estreia, voltou para a segunda etapa e, mesmo ainda fora de forma, ficou até o final da partida. Ele chegou a pedir apoio da torcida, que durante parte da segunda etapa se calou ao perceber a dificuldade da partida.   Continuação...

 
<p>Ronaldinho Ga&uacute;cho comemora gol marcado pelo colega Wanderley durante sua estreia pelo Flamengo em Nova Igua&ccedil;u, Rio de Janeiro, 2 de fevereiro de 2011. REUTERS/Ricardo Moraes</p>