10 de Julho de 2011 / às 17:22 / em 6 anos

Maradona apoia Messi antes de partida crítica da Argentina

O argentino Lionel Messi em treinamento em Buenos Aires, 8 de julho de 2011. Seu time vai enfrentar a Costa Rica na terceira partida da Copa América. 08/07/2011 REUTERS/Marcos Brindicci

Por Rex Gowar

CÓRDOBA (Reuters) - A Argentina de Lionel Messi coloca o seu futuro na Copa América em jogo na próxima segunda-feira contra uma seleção da Costa Rica montada no último minuto.

O time da casa, que tem no seu elenco meia dezena dos atacantes mais famosos do mundo e que entrou como favorita no torneio, sofreu e só conseguiu marcar uma vez em dois empates contra a Bolívia e a Colômbia.

Os costarriquenhos, com um time jovem dirigido pelo argentino Ricardo La Volpe, surpreenderam a Bolívia na vitória por 2 x 0 em Jujuy na quinta-feira para assumir a segunda posição no grupo A atrás da Colômbia e acima da Argentina.

Messi, os seus colegas de equipe e o técnico Sérgio Batista estão sofrendo pesadas críticas da mídia e da torcida.

O antigo capitão da equipe e técnico na Copa do Mundo de 2010 Diego Maradona foi no sentido inverso: ele exigiu mais apoio para a seleção.

“Nós, argentinos, não podemos nos comportar assim, com o melhor (jogador) do mundo”, disse Maradona, criticando as reportagens que atacaram Messi.

Bastante emotivo, Maradona, que está com a mãe no hospital, disse também para o jornal Olé em entrevista exclusiva publicada no domingo que ele teria sofrido jogando com três volantes na equipe.

UM GOL

Batista coloca Javier Mascherano, Ever Banega e Esteban Cambiasso no meio-campo do seu 4-3-3. Sergio Aguero, reserva, marcou contra a Bolívia o único gol da equipe no torneio até agora.

“(Javier) Pastore seria um bom parceiro para Lio”, disse Maradona sobre o maestro do Palermo que teve uma ótima temporada no Campeonato Italiano. Pastore ainda não jogou no torneio.

A Costa Rica, com uma equipe quase completamente sub-23 e com apenas metade do time que chegou até às quartas de final da Copa Ouro nos Estados Unidos, pode gerar problemas se a Argentina não melhorar.

La Volpe, que viu o seu time ser convidado no último minuto depois da desistência do Japão, disse que a preparação do time inclui um aspecto psicológico.

“Estou focando em como contra-atacar um time que quer mostrar para o povo argentino que tem uma grande seleção. Não tenho dúvida de que eles virão com tudo, então temos que ficar muito concentrados”, ele disse a repórteres.

A Colômbia, tentando ficar no topo do grupo, e a Bolívia jogam no domingo em Santa Fé.

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