Corinthians faz proposta de 40 milhões de euros por Tevez

terça-feira, 12 de julho de 2011 17:19 BRT
 

SÃO PAULO (Reuters) - O Corinthians fez uma proposta ao Manchester City para contar novamente com o atacante argentino Carlos Tevez, confirmou nesta terça-feira o presidente do clube paulista, Andrés Sanchez.

A proposta é de 40 milhões de euros (88 milhões de reais), que seriam pagos em quatro vezes, segundo uma fonte do clube. A ideia do Corinthians é pagar os ingleses com o dinheiro recebido anualmente pelos direitos de televisão, cerca de 100 milhões de reais por ano.

Tevez, que foi campeão brasileiro pelo Corinthians em 2005 e atualmente disputa a Copa América pela seleção argentina, já deixou claro que pretende deixar a equipe inglesa e retornar ao futebol sul-americano para ficar mais perto de sua família.

"Quando eu estive na Argentina, falei com o representante do Tevez. Ele tem interesse em voltar para a América do Sul e o Corinthians fez uma proposta", disse Sanchez em entrevista coletiva. "Caso a negociação se concretize, o contrato com Tevez será de no mínimo 4 anos."

Como a janela de transferências para jogadores do exterior atuarem no Campeonato Brasileiro fecha no próximo dia 20, o presidente do clube declarou que o desfecho da negociação deve ser rápido.

"Agora depende do Manchester City. A contratação está próxima, mas se até domingo não anunciarmos oficialmente, dificilmente ele virá esse ano", declarou Sanchez.

De acordo com a rede britânica BBC, o Manchester rejeitou a proposta.

O argentino de 27 anos, que foi contratado pelo Corinthians no final de 2004 do Boca Juniors, teve uma boa passagem pelo time paulista, coroada com a conquista do título brasileiro de 2005.

Na semana passada, Tevez, capitão do City, enviou um comunicando à imprensa britânica dizendo que gostaria de deixar o time inglês por razões pessoais. O argentino argumentou que viver longe de suas filhas é muito complicado e que ele quer estar mais perto delas.   Continuação...

 
Carlos Tevez sorri durante treino da seleção argentina em Buenos Aires. 08/07/2011 REUTERS/Marcos Brindicci