March 21, 2012 / 3:07 PM / 5 years ago

Espanha se pergunta até onde Messi pode chegar

3 Min, DE LEITURA

Lionel Messi, do Barcelona, comemora seu segundo gol durante partida contra o Granada pelo campeonato espanhol no estádio Camp Nou, em Barcelona. 20/03/2012Albert Gea

Por Mark Elkington

21 Mar (Reuters) - O argentino Lionel Messi escreveu seu nome no livro dos recordes do Barcelona na terça-feira ao marcar seu gol de número 234 pelo clube e, aos 24 anos, jogadores, torcedores e a mídia querem saber até onde pode chegar o jogador três vezes premiado com a Bola de Ouro.

Messi salvou sua equipe com três gols em casa contra o modesto Granada em uma partida do Campeonato Espanhol, igualando o recorde de 232 gols que César Rodriguez marcou pelo clube há 60 anos, antes de marcar mais dois no segundo tempo e ficar com o registro.

Seus gols ajudaram o time a selar uma vitória por 5x3 que mantém o Barça na luta pelo seu quarto título consecutivo do campeonato e também estabeleceram um recorde espanhol de 54 gols em todas as competições em uma temporada, faltando ainda dois meses de campanha pela frente.

O astro argentino superou também Cristiano Ronaldo como o maior artilheiro do torneio nacional, com 34 gols.

"Aos 24 anos, é impossível medir qual será o seu impacto futebolístico", escreveu o jornal espanhol El País. "Agora ele é o melhor jogador do mundo e aspira ser o de todos os tempos."

Messi já ganhou tudo no que diz respeito a clubes, mas o debate sobre se ele é o melhor de sempre continuará. Alguns dizem que ele tem que chegar a uma final da Copa do Mundo com a Argentina antes de poder ser considerado o melhor.

O jornal esportivo de Barcelona Mundo Deportivo parece já ter tomado uma decisão. "No Twitter ontem (terça-feira) se podia ler que Messi é o único jogador do mundo que é melhor ao natural do que no 'Playstation'", disse uma coluna no jornal.

"Com gols, recordes, trabalho, assistências, jogando futebol como fazia no ginásio do colégio. O número 1", afirmou.

O jovem nascido em Rosário fez 189 gols com o pé esquerdo, 34 com o direito, nove de cabeça, um com o peito e outro com a mão esquerda, de acordo com o El Correo.

Independentemente de recordes e estatísticas, o seu time aproveita simplesmente o fato de tê-lo na equipe.

"Temos o prazer de compartilhar um vestiário com ele. Eu me sinto privilegiado", disse o defensor da seleção espanhola Gerard Piqué ao canal de televisão do clube catalão.

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