Dinheiro não é suficiente para manter Hamilton na McLaren

sexta-feira, 28 de setembro de 2012 14:00 BRT
 

Por Alan Baldwin

LONDRES, 28 Set (Reuters) - Uma oferta da McLaren que tornaria Lewis Hamilton o piloto mais bem pago da Fórmula 1 não foi suficiente para evitar que o britânico se transferisse para a Mercedes, disse o chefe da McLaren, Martin Whitmarsh, nesta sexta-feira.

Embora nenhum número tenha sido divulgado por nenhuma das partes, reportagens da imprensa britânica sugerem que o campeão mundial de 2008 pode estar prestes a receber um salário de 15 milhões de libras (24,29 milhões de dólares) por ano na Mercedes.

Questionado se a McLaren havia feito de tudo para convencer o piloto de 27 anos a ficar, Whitmarsh indicou aos jornalistas em uma teleconferência que o dinheiro não era a questão principal.

"Nós não chegamos a um acordo com os gestores de Lewis, portanto, Lewis e sua equipe decidiram ir para outro lugar", disse ele.

"Nós fizemos uma proposta financeira que é melhor do que qualquer um na Fórmula 1, além dele mesmo, e isso é algo com a qual eu estou confortável."

"Eu sei que nós fizemos uma oferta financeira muito, muito grande, maior do que eu acredito que qualquer piloto de Fórmula 1 esteja desfrutando hoje", acrescentou.

Hamilton corre pela McLaren, ou com apoio da McLaren, ao longo de toda a carreira. Ele estreou na Fórmula 1 em 2007, embora a Mercedes também tenha sido parceira e co-proprietária da equipe naquela época.

A McLaren não ganha um título no mundial de construtores desde 1998, mas tem sido um candidato ao título frequentemente, enquanto a Mercedes tem apenas uma vitória, na China este ano, depois de comprar a Brawn GP em 2009.   Continuação...

 
Então piloto da McLaren Lewis Hamilton acena para multidão após pole position na sessão classificatória do Grande Prêmio de Cingapura de F1 no circuito Marina Bay Street. Uma oferta da McLaren que tornaria Lewis Hamilton o piloto mais bem pago da Fórmula 1 não foi suficiente para evitar que o britânico se transferisse para a Mercedes, disse o chefe da McLaren, Martin Whitmarsh. 22/09/2012 REUTERS/Tim Chong/Files