Cole é liberado para defender Inglaterra após pedido de desculpas

terça-feira, 9 de outubro de 2012 10:54 BRT
 

LONDRES, 9 Out (Reuters) - O lateral do Chelsea Ashley Cole pediu desculpas ao presidente da Associação de Futebol da Inglaterra (FA), David Bernstein, por um insulto feito no Twitter à entidade na semana passada e está liberado para defender a seleção inglesa contra San Marino, na sexta-feira.

Agora vai depender do técnico da Inglaterra, Roy Hodgson, escalar Cole para seu jogo número 99 pela seleção, na partida das eliminatórias da Copa do Mundo de 2014 no estádio de Wembley.

A FA acusou o jogador de 31 anos de conduta imprópria na segunda-feira pelo tweet ofensivo que Cole escreveu depois que uma comissão independente da FA concluiu que ele tinha mentido em seu depoimento no julgamento do companheiro de equipe John Terry sobre uma agressão racial.

Terry foi condenado por racismo contra o zagueiro do Queens Park Rangers Anton Ferdinand e suspenso por quatro jogos. Cole prestou depoimento em defesa de Terry.

Cole apagou os comentários no Twitter xingando a FA horas após a publicação, na sexta-feira.

Bernstein, falando à rádio BBC antes da inauguração oficial do novo centro de treinamento da seleção inglesa, revelou que Cole pediu desculpas à FA na sexta-feira pessoalmente através do presidente.

"Ele demonstrou arrependimento verdadeiro. Ele disse que realmente lamentava. Está livre para jogar pela Inglaterra nos próximos jogos. Vai depender do técnico se ele jogará ou não", disse o dirigente.

Apesar de Cole estar liberado para jogar, Hodgson pode decidir poupar o lateral para o jogo contra San Marino para o jogador estar descansado no jogo contra a Polônia, em Varsóvia, na próxima semana.

(Por Mike Collett)

 
Ashley Cole, do Chelsea, espera início de jogo contra o Norwich City pelo campeonato inglês, em Londres. O lateral do Chelsea pediu desculpas ao presidente da Associação de Futebol da Inglaterra (FA), David Bernstein, por um insulto feito no Twitter à entidade na semana passada e está liberado para defender a seleção inglesa contra San Marino. 06/10/2012 REUTERS/Suzanne Plunkett