Felipão será novo técnico da seleção, diz fonte

quarta-feira, 28 de novembro de 2012 18:38 BRST
 

Por Ana Flor e Tatiana Ramil

BRASÍLIA/SÃO PAULO, 28 Nov (Reuters) - O novo técnico da seleção brasileira será o pentacampeão mundial Luiz Felipe Scolari e o novo coordenador técnico do time será o também campeão do mundo Carlos Alberto Parreira, disse à Reuters nesta quarta-feira uma fonte próxima ao presidente da CBF, José Maria Marin.

O dirigente disse nesta quarta que o nome do novo técnico que susbtituirá Mano Menezes à frente da seleção será anunciado oficialmente na quinta-feira. Segundo a CBF, o anúncio será feito em entrevista coletiva no Rio de Janeiro.

Segundo a fonte ouvida por telefone pela Reuters, que pediu anonimato, a informação sobre o novo técnico foi passada por Marin aos integrantes da comitiva do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 (COL) em São Paulo.

Felipão levou o Brasil ao pentacampeonato mundial em 2002 na Coreia do Sul e Japão, enquanto Parreira foi o treinador do tetracampeonato, conquistado em 1994 na Copa dos Estados Unidos.

Em sua primeira passagem pela seleção, Felipão assumiu o time das mãos de Émerson Leão a pouco mais de um ano da Copa na Ásia e conseguiu levar o time ao título mundial apesar da baixa expectativa.

O treinador formou a chamada "família Scolari" e apostou na recuperação do atacante Ronaldo, que foi um dos destaques do Brasil na conquista do título após se recuperar de uma operação no joelho.

Aos 64 anos, Felipão voltará à seleção em um momento diferente. Ele deixou o Palmeiras em setembro após uma péssima campanha no Campeonato Brasileiro que resultou no rebaixamento da equipe para a segunda divisão.

Meses antes, no entanto, o treinador levou o time ao título da Copa do Brasil, reforçando seu currículo vitorioso em torneios eliminatórios, ao estilo da Copa do Mundo.   Continuação...

 
Técnico Luiz Felipe Scolari, que segundo uma fonte será o novo treinador da seleção brasileira, em foto de arquivo após encontro com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, em Brasília. 25/09/2012 REUTERS/Ueslei Marcelino