Marin garante que permanece no COL até a Copa do Mundo

domingo, 2 de junho de 2013 16:27 BRT
 

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO, 2 Jun (Reuters) - O presidente da CBF, José Maria Marin, descartou neste domingo a possibilidade de deixar o comando do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 (COL) para se concentrar apenas no comando da Confederação Brasileira de Futebol até o Mundial.

Especulações sobre a possível saída de Marin do COL surgiram em abril, após uma série de denúncias contra o dirigente. As acusações vão desde o suposto envolvimento de Marin com o regime militar durante o período da ditadura a vídeos divulgados na Internet em que ele é acusado de tráfico de influência em eleições internas da CBF.

Segundo fontes ouvidas pela Reuters à época, Marin seria alvo de pressão da Fifa e do governo federal para deixar o COL e evitar danos à imagem da competição.

Marin garantiu à Reuters, no entanto, que vai continuar à frente da organização.

"Não existe a menor possibilidade disso (deixar o COL) acontecer. Posso dizer a você que não há a menor procedência. Digo isso sinceramente, e não estou nem preocupado com isso", disse ele em entrevista neste domingo, antes do amistoso Brasil x Inglaterra no Maracanã.

O jogo marca a reinauguração oficial do estádio após a reforma ao custo de mais de 1 bilhão de reais para a Copa do Mundo de 2014. No entanto, ainda há obras no entorno e faltam acabamentos em algumas partes internas.

Marin afirmou que o Maracanã será testado no jogo, assim como a própria seleção brasileira.

"Será um teste para todos, para a seleção brasileira, para o Maracanã... essa parte de estádio não compete à CBF e tenho confiança que para a Copa do Mundo estará em condições normais", avaliou o dirigente.   Continuação...

 
José Maria Marin, presidente da CBF, sorri após reunião executiva que confirmou Eugenio Figueredo como presidente da CONMEBOL, em Assunção, Paraguai. Neste domingo Marin descartou neste domingo a possibilidade de deixar o comando do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 (COL). 30/04/2013 REUTERS/Jorge Adorno