Especulações de Alonso na Red Bull crescem após comentários de Horner

domingo, 28 de julho de 2013 19:47 BRT
 

BUDAPESTE, July (Reuters) - O espanhol Fernando Alonso surgiu como um possível candidato surpresa ao carro vago da Red Bull, neste domingo, depois que os atuais campeões de Fórmula 1 recusaram-se a descartá-lo.

Os rumores começaram quando o empresário de Alonso, Luis Garcia Abad, foi visto entrando no motorhome da Red Bull durante o GP da Hungria. Ele substituiria o australiano Mark Webber e correria ao lado do campeão Sebastian Vettel na próxima temporada.

Abad depois assegurou aos repórteres que conversou com o chefe da Red Bull, Christian Horner, a respeito do jovem espanhol da equipe Carlos Sainz junior, filho do ex-campeão mundial de rali.

Em um autódromo próspero em intrigas, porém, as especulações inevitavelmente começaram, apesar de Alonso ter assinado com a Ferrari até o fim de 2016, e Horner não fez nada para acalmá-las.

"Estamos em uma posição muito confortável. Há muito interesse na nossa vaga", disse, ao ser perguntado sobre Alonso.

"Qualquer conversa com outros pilotos sempre serão confidenciais", acrescentou Horner ao ser lembrado que suas palavras não desmentiam o boato.

"Claro que houve muitos pilotos que expressaram interesse, como você pode imaginar", disse o britânico, que havia falado no começo do final de semana sobre abordagens surpreendentes de dentro e fora do autódromo.

Perguntado se Alonso era uma opção, ele simplesmente respondeu: "Alonso está disponível? Não sei. Você lhe perguntou?".

Alonso já disse que espera aposentar-se na Ferrari, time que ele considera como uma segunda família, mas ele foi derrotado três vezes consecutivas pela Red Bull de Vettel e ficou mais longe do alemão após a corrida de domingo.   Continuação...

 
Piloto espanhol da Ferrari Fernando Alonso, gesticula em entrevista duranto o Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1, no circuito Gilles Villeneuve, em Montreal. Alonso surgiu como um possível candidato surpresa ao carro vago da Red Bull, neste domingo, depois que os atuais campeões de Fórmula 1 recusaram-se a descartá-lo. 7/06/2013. REUTERS/Chris Wattie