October 28, 2013 / 2:19 PM / 4 years ago

Presidente do COI elogia preparativos para Olimpíada de Inverno na Rússia

2 Min, DE LEITURA

Presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, reage durante anúncio de sua escolha como sucessor de Jacques Rogge à frente da entidade, em eleição realizada em Buenos Aires. Bach elogiou os preparativos da Rússia para a Olimpíada de Inverno de 2014 na cidade de Sochi, no litoral do Mar Negro, durante visita de inspeção junto ao presidente russo, Vladimir Putin. 10/09/2013.Enrique Marcarian

SOCHI, Rússia, 28 Out (Reuters) - O presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, elogiou os preparativos da Rússia para a Olimpíada de Inverno de 2014 na cidade de Sochi, no litoral do Mar Negro, durante visita de inspeção junto ao presidente russo, Vladimir Putin.

A Rússia gasta mais de 50 bilhões de dólares no jogos que serão realizados em fevereiro, uma alta prioridade para Putin, que visa mostrar a face moderno do país ao mundo.

"Estamos completamente confiantes de que a Olimpíada terá um nível magnífico", comentou Bach ao lado de Putin.

"Estamos extremamente gratos pela magnífica cooperação que desenvolvemos nos últimos anos. Sochi e toda a região completou um grande e bem-sucedido trajeto de desenvolvimento e nós estamos profundamente impressionados com esta trajetória", disse ele antes de voltar a se reunir com Putin.

O elogio foi bem recebido por Putin, que aposta sua reputação no sucesso dos Jogos.

As preparações tiveram a imagem arranhada pelo estouro no orçamento dos custos e críticas de grupos de direitos humanos aos organizadores a respeito do tratamento dispensado a operários imigrantes que trabalham nos imensos canteiros de obra.

No Ocidente, os jogos foram sujeitos a boicotes devido a uma lei sancionada na Rússia que impede "propaganda homossexual" direcionada a menores e foi denunciada por críticos como discriminatória e como instrumento de perseguição à comunidade gay.

Moscou tenta também dispersar ameaças de segurança a Sochi, que fica a poucas centenas de quilômetros da atribulada região do Cáucaso do Norte, onde a Rússia enfrenta dificuldades para acalmar uma insurgência islâmica.

Reportagem de Alexei Anishchuk

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