Técnicos rejeitam preocupação com segurança durante Copa no Brasil

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014 21:18 BRT
 

Por Tatiana Ramil

FLORIANÓPOLIS, 19 Fev (Reuters) - A maioria dos técnicos que vão participar da Copa do Mundo no Brasil descartou nesta quarta-feira preocupações com a segurança de suas equipes, apesar dos grandes protestos que atingiram o país na Copa das Confederações no ano passado.

Nos últimos meses, as manifestações tornaram-se menores, porém mais violentas, com destruição de propriedades e confrontos com a polícia.

"Não temos qualquer preocupação sobre segurança. Temos certeza que a Fifa e o Comitê Organizador vão fazer tudo o que puderem, não esperamos qualquer problema", disse o técnico croata, Niko Kovak, a jornalistas, em Florianópolis, durante seminário da Fifa com as 32 seleções do Mundial.

A Croácia é a primeira adversária do Brasil, no dia 12 de junho, em São Paulo. O time comandado pelo técnico Luiz Felipe Scolari ainda enfrentará México e Camarões na primeira fase.

Os treinadores de 24 seleções e outros oito representantes de equipes estiveram no Costão do Santinho, em Florianópolis, para debater questões de organização e logística e deixaram claro que pretendem se concentrar no futebol.

"É interessante estar aqui para ver como as coisas estão sendo organizadas. Nós, técnicos, estamos concentrados com o futebol, e não com o que acontece fora. Vai ser uma Copa excelente", declarou o técnico dos Estados Unidos, o alemão Jurgen Klinsmann.

Para o técnico uruguaio Oscar Tabárez, os protestos são "um problema interno do Brasil, que vai ser solucionado".

O representante da Itália, Demetrio Albertini, disse que observou de perto as manifestações de junho, já que os italianos disputaram a Copa das Confederações, mas confia em um Mundial tranquilo.   Continuação...