20 de Fevereiro de 2014 / às 14:48 / em 4 anos

Kaká mostra flashes da magia que o levou a ser o melhor do mundo

Jogador do Milan Kaká reage durante partida contra o Roma pelo Campeonato Italiano, no estádio de San Siro, em Milão. Ele pode não ter mais a aceleração explosiva dos velhos tempos, ainda assim Kaká mostrou contra o Atlético de Madri que a magia ainda está lá e que ele pode desempenhar um papel pela seleção brasileira caso seja convocado para a Copa do Mundo. 16/12/2013. REUTERS/Alessandro Garofalo

Por Brian Homewood

MILAN, 20 Fev (Reuters) - Ele pode não ter mais a aceleração explosiva dos velhos tempos, ainda assim Kaká mostrou contra o Atlético de Madri que a magia ainda está lá e que ele pode desempenhar um papel pela seleção brasileira caso seja convocado para a Copa do Mundo.

O desempenho do ex-melhor do mundo na quarta-feira sugere que o técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, que não convoca Kaká há um ano, pode dar a ele um lugar no grupo, mesmo que não seja como titular.

Quando Kaká retornou ao Milan em agosto depois de quatro anos infelizes no Real Madrid, parecia uma aposta do Milan e uma tentativa do clube de reconquistar os fãs depois de vários nomes de peso deixarem o time nos últimos dois anos.

Uma lesão na coxa logo em sua primeira partida aumentou a sensação de que o jogador de 31 anos, que sofreu com uma série de lesões durante seu período no Real Madrid, passaria a maior tempo no já lotado departamento médico milanista. Para sorte dele, não foi assim.

Não fosse pela defesa do goleiro do Atlético Thibault Courtois, emissoras de TV de todo o mundo estariam agora reprisando um golaço feito por Kaká.

Jogando atrás do atacante Mario Balotelli, Kaká sempre pareceu capaz de superar a defesa do time espanhol e desperdiçou outra chance ao mandar um chute de curva por cima do gol.

Até agora, isso tudo não foi o bastante para impressionar Felipão, que não convoca Kaká desde os amistosos contra Itália e Rússia em março do ano passado. Estranhamente, o treinador sugeriu que Kaká não trabalhou defensivamente o bastante contra os russos.

“A performance de Kaká foi de acordo com o que esperávamos, mas o mais importante que queríamos dele era que ele voltasse para marcar o número oito da Rússia, que estava ditando o ritmo do jogo”, disse o técnico após aquela partida.

A seleção não pareceu precisar de Kaká quando venceu a Copa das Confederações em junho do ano passado, mas desde então Felipão tem visto vários de seus jogadores de ataque sofrendo com problemas de lesão.

Nem Kaká, nem a seleção descartaram uma convocação de última hora, mas o jogador do Milan voltou a ficar fora da lista de Felipão para o amistoso de março contra a África do Sul.

“Estou fazendo tudo para garantir que não ficarei fora deste evento”, disse Kaká na segunda-feira. “Veremos se eu estarei na lista final em maio.”

Felipão também manteve as portas abertas.

“Consideramos todos os jogadores, alguns mais que outros”, disse a jornalistas no Brasil na quarta-feira, acrescentando que não seria pressionado. “Todo mundo faz lobby por um ou outro jogador.”

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