8 de Novembro de 2012 / às 11:48 / em 5 anos

Conab prevê safra recorde de soja do Brasil em 12/13

Grãos de soja são carregados em caminhão em fazenda na cidade de Tangará da Serra, em Cuiabá. A safra de soja do Brasil na temporada 2012/13 foi estimada em um recorde nesta quinta-feira pelo Ministério da Agricultura, com produtores plantando a oleaginosa como nunca se viu no país, no embalo dos preços recordes registrados no mercado internacional após a quebra de produção nos Estados Unidos. 27/03/2012 REUTERS/Paulo Whitaker

SÃO PAULO, 8 Nov (Reuters) - A safra de soja do Brasil na temporada 2012/13 foi estimada em um recorde nesta quinta-feira pelo Ministério da Agricultura, com produtores plantando a oleaginosa como nunca se viu no país, no embalo dos preços recordes registrados no mercado internacional após a quebra de produção nos Estados Unidos.

A colheita foi prevista entre 80,08 milhões e 82,99 milhões de toneladas, praticamente estável na comparação com a previsão divulgada em outubro, de acordo com levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Na projeção do mês passado, a estatal havia estimado a safra em um intervalo de 80,06 milhões a 82,8 milhões de toneladas.

O Brasil está em processo de plantio da safra de soja. Se for confirmada a previsão, o país terá uma safra que superará o recorde anterior, de 75,32 milhões de toneladas de 2010/11. Além disso, poderá superar os EUA na produção na temporada 2012/13, assumindo a liderança global.

Na temporada passada (2011/12), quando a seca afetou a produção no Sul do país, o Brasil produziu 66,3 milhões de toneladas de soja.

O segundo levantamento de intenção de plantio confirmou a tendência de aumento de área registrada no levantamento anterior, disse a Conab. O cultivo foi previsto entre 26,43 milhões e 27,38 milhões de hectares, crescimento entre 5,5 e 9,3 ante a safra passada.

“Esse crescimento (da área plantada) se deve aos excelentes preços de comercialização observados na safra 2011/12, que bateram recordes históricos decorrentes da quebra de produção nos principais países produtores”, afirmou a Conab.

Segundo a estatal, o incremento de área é observado em todas as unidades da Federação que produzem a oleaginosa, destacando-se o Estado de Mato Grosso, onde se prevê um crescimento de 7 a 12 por cento.

Por Roberto Samora

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