20 de Novembro de 2012 / às 09:58 / em 5 anos

Pressão mundial para acordo em Gaza cresce

Secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon (C), fala durante coletiva de imprensa com o Secretário-geral da Liga Árabe, Nabil Elaraby (D), após reunião no Cairo, Egito. O chefe da ONU pediu por um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza nesta terça-feira e a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, está à caminho da região com uma mensagem de que a escalada do conflito não é do interesse de ninguém. 20/11/2012 REUTERS/Asmaa Waguih

Por Nidal al-Mughrabi e Maayan Lubell

GAZA/JERUSALÉM, 20 Nov (Reuters) - O chefe da ONU pediu por um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza nesta terça-feira e a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, está à caminho da região com uma mensagem de que a escalada do conflito não é do interesse de ninguém.

No entanto, lançamentos de foguetes palestinos e ataques aéreos israelenses continuaram pelo sétimo dia.

Militantes do Hamas disseram ter disparado 16 mísseis contra a cidade de Beersheba, no Sul de Israel, após o Exército israelense ter alvejado cerca de 100 locais em Gaza durante a noite, incluindo um armazém de munição e a sede do Banco Nacional Islâmico.

Cerca de 110 palestinos morreram em uma semana de conflito, a maioria deles civis, incluindo 27 crianças. Três israelenses morreram na semana passada vítimas dos foguetes disparados em Gaza.

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, que está em Cairo, pediu por um cessar-fogo imediato e disse que uma operação israelense por terra em Gaza seria uma “escalada perigosa” que deve ser evitada.

Ele teve conversas na capital egípcia com o chefe da Liga Árabe, Nabil Elaraby, e deve se reunir com o presidente islâmico do Egito, Mohamed Mursi, antes de viajar a Israel, onde se encontrará com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.

Líderes israelenses analisam os benefícios e riscos de enviar tanques e soldados ao território palestino dois meses antes da eleição israelense, e indicaram preferir uma saída diplomática apoiada pelas potências mundiais, incluindo o presidente dos EUA, Barack Obama, a União Europeia e a Rússia.

A Casa Branca disse que Hillary está indo ao Oriente Médio para conversas em Jerusalém, Ramallah e Cairo para tentar acalmar o conflito.

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