Três mulheres são mortas em tiroteio em vilarejo suíço

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013 16:34 BRST
 

Por Denis Balibouse

DAILLON, Suíça, 3 Jan (Reuters) - Três mulheres morreram e dois homens ficaram feridos na noite de quarta-feira, quando um homem armado abriu fogo no vilarejo suíço de Daillon, informaram na quinta-feira a polícia e procuradores suíços.

O atirador de 33 anos de idade, que não foi identificado, ameaçou a polícia quando oficiais tentaram prendê-lo, e foi baleado no peito antes de ser preso e levado para o hospital, informou a polícia do cantão suíço de Valais. Nenhum policial foi ferido.

A posse de armas é generalizada na Suíça e eleitores rejeitaram uma proposta em fevereiro de 2011 para endurecer a legislação liberal no país.

As mulheres mortas em Daillon tinham 32, 54 e 79 anos. Todas foram baleadas pelo menos duas vezes, na cabeça e no peito. A mais jovem era casada com um dos homens feridos, e ambos tinham filhos juntos, disse a promotora do Ministério Público regional, Catherine Seppey, em entrevista coletiva.

Os homens feridos tinham 33 e 63 anos.

O atirador era um morador local, que passou por tratamento psiquiátrico em 2005 e estava desempregado e vivendo com benefícios sociais, informou a polícia. Sua condenação anterior era apenas por uso de maconha.

Ele usou pelo menos duas armas de fogo -uma antiga carabina do Exército suíço e um rifle capaz de disparar balas de chumbo- mesmo que suas armas tivessem sido apreendidas e destruídas em 2005, ele não constava na lista atual como tendo posse de quaisquer armas.

O homem começou a disparar a partir de seu apartamento, atirando em pessoas na rua e em edifícios vizinhos, mas depois saiu para a rua, contou a polícia, acrescentando que parecia que ele havia disparado mais de 20 tiros.   Continuação...

 
Fita policial isola casa no vilarejo suíço de Daillon. Três mulheres morreram e dois homens ficaram feridos na noite de quarta-feira, quando um homem armado abriu fogo no vilarejo, informaram na quinta-feira a polícia e procuradores suíços. REUTERS/Denis Balibouse 03/01/2013