Hillary Clinton é a política mais popular dos EUA, mostra pesquisa

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013 15:12 BRST
 

Por Susan Heavey

WASHINGTON, 8 Fev (Reuters) - A ex-secretária de Estado Hillary Clinton é a política mais popular dos Estados Unidos, ultrapassando os colegas democratas Barack Obama e o vice-presidente Joe Biden, assim como importantes republicanos, mostrou uma pesquisa nacional.

Sessenta e um por cento dos eleitores norte-americanos aprovam Hillary, uma possível candidata presidencial norte-americana em 2016, enquanto 34 por cento disseram que tinham uma opinião desfavorável dela, segundo a pesquisa feita pela Universidade Quinnipiac, divulgada na sexta-feira.

A pesquisa foi feita uma semana depois que Hillary deixou seu cargo como a principal diplomata do país. Hillary Clinton, de 65 anos, disse que não se vê voltando para a política, mas deixou aberta a possibilidade de um retorno.

Em comparação, 51 por cento disseram ter uma opinião "favorável" ao presidente Obama, enquanto 46 por cento tinham uma opinião desfavorável. Para Biden, de 70 anos, outro possível candidato em 2016, 46 por cento lhe deram boas notas em comparação com 41 por cento, que não o fizeram.

Peter Brown, diretor-assistente do Instituto de Pesquisa da Universidade Quinnipiac, disse que os resultados mostram que após um impulso positivo para Obama em consequência de sua reeleição em novembro, os Estados Unidos estavam rapidamente retomando a política partidária.

"Números de aprovação menores para o presidente podem ter sido provocados porque, depois que o brilho pós-eleitoral acaba, governar requer inevitavelmente decisões que tornam alguns eleitores infelizes", disse, acrescentando que Hillary ganhou mais eleitores independentes e republicanos.

Líderes republicanos, inclusive o astro em ascensão Marco Rubio, um senador de primeiro mandato da Flórida, viram opiniões favoráveis de um terço ou menos dos pesquisados.

A pesquisa mostrou que 27 por cento tinham uma visão favorável de Rubio, de 41 anos, que também pode ser um protagonista na eleição de 2016. Quinze por cento tinham uma visão negativa, e 57 por cento disseram que não o conheciam suficientemente bem.   Continuação...