February 9, 2015 / 5:23 PM / 3 years ago

Leilão de mina de Simandou, na Guiné, começa nos próximos 2 meses

CIDADE DO CABO (Reuters) - A Guiné espera começar um leilão pelos direitos minerários de metade da reserva de Simandou —uma das maiores áreas inexploradas de minério do mundo— nos próximos dois meses, independentemente da arbitragem em curso com a detentora anterior da concessão, a BSG Resources (BSGR), disse o ministro de Mineração do país.

A BSGR, a unidade de mineração do conglomerado empresarial do bilionário israelense Beny Steinmetz, cuja licença de Simandou foi cassada após uma investigação do país, está buscando arbitragem e ameaçou processar empresas que investirem em sua antiga área.

“Estamos completando os documentos para o leilão. Acredito que esses documentos estarão prontos nos próximos dois meses”, disse o ministro Kerfalla Yansane à Reuters em uma entrevista durante a conferência Mining Indaba, na África do Sul.

“Não há nenhuma ligação entre a arbitragem e o leilão. Esses ativos pertencem ao governo.”

A BSGR rejeitou acusações de irregularidades.

O ministro também disse que as empresas, incluindo a trading Glencore e a produtora de aço ArcelorMittal tinham discutido potenciais investimento no país.

A Guiné está agora negociando com a ArcelorMittal, que no ano passado adquiriu uma fatia do projeto Mount Nimba, de minério de ferro na Guiné, da BHP Billiton, sobre a possibilidade de permitir que a empresa exporte ferro através de uma rota que atravessa vizinha Libéria.

Reportagem de Silvia Antonioli

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