9 de Junho de 2015 / às 10:05 / 2 anos atrás

Vendas de imóveis melhoram pelo 2o mês em abril em SP, mas Secovi reduz projeções para 2015

Prédios em construção em São Paulo. 22/06/2008 REUTERS/Paulo Whitaker

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Os lançamentos e vendas de imóveis novos na capital paulista subiram em abril pelo segundo mês seguido, mas o Secovi-SP, sindicato da habitação, reduziu suas projeções para 2015.

O Secovi agora espera recuo de 15 a 20 por cento nas vendas em 2015 - um intervalo de 17,3 mil a 18,4 mil unidades - em relação ao ano passado. A previsão anterior era de estabilidade a avanço de 10 por cento.

Para os lançamentos, o sindicato projeta queda de 23 a 25 por cento ante 2014, um intervalo de 25,5 mil a 26,2 mil unidades lançadas no ano. Em fevereiro, o Secovi disse que estimava recuo de 10 por cento.

Em abril, as vendas cresceram 1,8 por cento, na comparação anual, a 2.185 unidades, informou o Secovi-SP nesta terça-feira.

Na comparação com março, o avanço foi de 72,5 por cento.

“Apesar de dois meses consecutivos de crescimento das vendas, ainda é cedo para se afirmar que o mercado imobiliário esteja se recuperando”, disse o Secovi, em nota.

Em valores, a vendas somaram 884,2 milhões de reais em valor geral de vendas (VGV), recuo anual de 37,2 por cento, mas uma alta de 30,8 por cento sobre março.

O valor médio dos imóveis vendidos foi de 405 mil reais, ante 655 mil um ano antes, disse o Secovi.

Os lançamentos tiveram alta anual de 28,2 por cento, para 3.023 unidades, segundo dados da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp). Na comparação com março, o número foi 291,1 por cento maior.

No fim de abril, o estoque de imóveis na cidade de São Paulo chegou a 28.021 unidades, o equivalente a 23 meses de vendas. No fim de 2014, quando o estoque de não vendidos chegou a 27,3 mil unidades, no pior desempenho em pelo menos 10 anos.

Na região metropolitana, que contabiliza 39 cidades e não inclui a capital, as vendas em abril foram de 1.429 unidades, estáveis ante março e alta de 90,3 por cento ano a ano. Os lançamentos subiram 36,9 por cento ano a ano e caíram 20,3 por cento sobre março.

Por Juliana Schincariol

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