9 de Maio de 2017 / às 21:25 / 3 meses atrás

Telefônica Brasil tem alta de 13% no lucro líquido recorrente do 1o tri

SÃO PAULO (Reuters) - A Telefônica Brasil teve crescimento de 13 por cento no lucro líquido recorrente do primeiro trimestre ante igual período do ano passado, a 996 milhões de reais, apoiada em controles rigorosos de custo e aceleração na demanda por serviços móveis e de dados, apesar da fraqueza da economia, informou a operadora nesta terça-feira.

O número exclui a receia das vendas de torres de telefonia móvel feita um ano antes. Sem ajustes, o resultado do grupo mostrou queda de 18 por cento na comparação anual.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de 3,5 bilhões de reais nos três meses encerrados em abril, queda anual de cerca de 7 por cento.

"Em tempos difíceis nós conseguimos crescer", disse o presidente-executivo da Telefônica Brasil, Eduardo Navarro. "Conforme a economia se recupere, nossa expectativa é que a tendência deverá se consolidar."

A receita líquida subiu 1,5 por cento, para 10,590 bilhões de reais, impulsionada pelo crescimento de 5 por cento na receita de serviços móveis, o maior ritmo de expansão em sete trimestres, segundo o diretor de relações com investidores, Luis Paster.

A migração de clientes para fibra óptica também ajudou a impulsionar a receita de banda larga em 11 por cento, apesar de um crescimento de cerca de 2 por cento na base de clientes, para 7,336 milhões.

A queda nos custos operacionais foi de 1 por cento em base recorrente, encolhendo pelo quinto trimestre seguido devido a cortes de pessoal e controle de despesas administrativas.

Os investimentos (capex) caíram 11 por cento em relação ao primeiro trimestre do ano passado, para 1,328 bilhão de reais --apenas 17 por cento da média anual para a meta do plano de investimento de três anos. Navarro disse que os investimentos devem acelerar ao longo de 2017 para alcançar as estimativas.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) subiu cerca de 7 por cento em bases recorrentes, para 3,5 bilhões de reais, com margem de 33,2 por cento da receita. Incluindo o efeito das vendas de torres do ano passado, o Ebitda caiu 7 por cento.

Por Brad Haynes

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