January 28, 2020 / 7:47 PM / 4 months ago

Estratégia agressiva para alongamento da dívida será de 2021 em diante, diz Mansueto

O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, em evento do BTG Pactual para clientes e investidores em São Paulo, Brasil. 08/08/2019. REUTERS/Amanda Perobelli

BRASÍLIA (Reuters) - O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, disse nesta terça-feira que 2020 não será um ano de alongamento da dívida pública e que uma estratégia mais agressiva nesse sentido virá a partir de 2021, quando haverá maior volume de LFTs vencendo e possibilidade de troca desses papéis por títulos prefixados.

Em entrevista à imprensa, ele afirmou que esse período de transição, com uma parcela ainda maior da dívida atrelada a taxas flutuantes, não preocupa tanto porque a tendência é de queda do custo.

“Se a gente estivesse em uma conjuntura em que Selic estivesse crescendo, isso seria preocupante”, afirmou a jornalistas.

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