March 30, 2020 / 1:44 PM / 2 months ago

Conab afirma que manterá pesquisas apesar do coronavírus, com levantamentos remotos

Plantio de milho (à direita) ao lado de campo de soja em Cruz Alta (RS) 27/02/2008 REUTERS/Inaê Riveras

SÃO PAULO (Reuters) - A estatal Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que entre outras atividades divulga informações sobre o setor agropecuário do Brasil, disse nesta segunda-feira que tem tomado medidas para manter a produção de dados em meio à atual pandemia de coronavírus sem comprometer a saúde de seus empregados.

“Todas as pesquisas que necessitam de deslocamentos ou contatos presenciais foram suspensas durante a vigência da crise e serão realizadas com o auxílio de ferramentas como trabalho remoto, videoconferências, telefone, e-mail e outras tecnologias da informação disponíveis”, afirmou a Conab, em nota publicada em seu site.

A empresa destacou a importância da divulgação de informações para “manter a transparência dos indicadores de mercado” e “o poder decisório na cadeia produtiva”, apoiando ainda a execução de políticas públicas pelo governo.

“Como órgão responsável pelo abastecimento no Brasil, a Conab desenvolve todos os meios necessários para dar continuidade, com segurança, às atividades executadas de levantamento da produção e monitoramento agrícola. Este suporte é essencial às tomadas de decisão do governo federal para garantir a regularidade do abastecimento e contribuir para o desenvolvimento econômico”, acrescentou.

Segundo a Conab, foram criados planos de contingência e de continuidade dos serviços para assegurar suas atividades essenciais e evitar a fragilidade na coleta de informações agrícolas.

Entre os serviços da estatal que continuarão sendo prestados mesmo em meio à epidemia estão ações de distribuição de alimentos e o programa de vendas em balcão (ProVB), de venda de milho a pequenos criadores de animais.

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que apoia a comercialização de produtos da agricultura familiar, e a Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio), que garante o pagamento de subvenção a famílias extrativistas quando são vendidos abaixo do preço mínimo, também seguem em operação.

Por Luciano Costa

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