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Rolls-Royce cortará 9 mil empregos

Fabricação de turbina de aeronave nas instalações da Rolls-Royce em Derby, Inglaterra 30/11/2016 REUTERS/Paul Ellis/Pool

LONDRES (Reuters) - A Rolls-Royce planeja cortar pelo menos 9 mil empregos, mais de um sexto de sua força de trabalho, no mais recente golpe para o setor de aviação do Reino Unido causado pela pandemia de coronavírus.

A empresa, que fabrica motores para aviões como Boeing 787 e Airbus 350, disse nesta quarta-feira que também pode fechar fábricas à medida que encolhe para se adequar a um mercado menor após a crise.

“Temos que reduzir nossa base de custos e nos adaptar ao novo mundo, combinando nossa capacidade com a demanda esperada”, disse Warren East, presidente-executivo da Rolls-Royce, revelando a maior rodada de demissões na empresa desde sua privatização em 1987.

Os 9 mil empregos, de uma equipe global de 52 mil funcionários, serão provenientes predominantemente dos negócios aeroespaciais civis da Rolls-Royce, que geram pouco mais da metade da receita anual de 18 bilhões de dólares da empresa.

A Rolls-Royce espera obter uma economia anual de custos de 1,3 bilhão de libras, com cerca de 700 milhões provenientes de demissões e outros cortes que podem incluir o fechamento de fábricas.

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