for-phone-onlyfor-tablet-portrait-upfor-tablet-landscape-upfor-desktop-upfor-wide-desktop-up

Petrobras prevê ampliar capacidade de terminal de GNL no Rio em 50%

Navio-tanque com Gás Natural Liquefeito (GNL) a caminho de uma usina térmica em Futtsu, a leste de Tókio, Japão. 13 de novembro de 2017. REUTERS/Issei Kato

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras concluiu com sucesso testes que permitirão uma expansão de 50% na capacidade de seu terminal de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, para 30 milhões de metros cúbicos por dia, disse a empresa nesta quinta-feira.

A estatal afirmou que está em processo de obtenção de licenças e autorização do governo para ampliar a capacidade do terminal.

O terminal é utilizado para converter de volta para a forma gasosa o gás natural importado pelo Brasil em versão liquefeita, em processo conhecido como regaseificação.

O Brasil está expandindo suas instalações de GNL para se aproveitar dos preços baixos no mercado internacional.

Os testes concluídos pela Petrobras fazem parte de requisitos do Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (Inea) e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A Petrobras não especificou o cronograma para conclusão dos processos de obtenção das licenças.

Atualmente, o terminal da empresa na Baía de Guanabara possui capacidade para processar 20 milhões de metros cúbicos por dia de gás, através de uma unidade flutuante de armazenamento e regaseificação (“floating storage and regasification unit”, ou FRSU, em inglês).

O terminal consiste em um píer tipo ilha com dois berços para atracação e amarração de um navio FSRU e de um navio supridor, disse a companhia.

Reportagem de Sabrina Valle

for-phone-onlyfor-tablet-portrait-upfor-tablet-landscape-upfor-desktop-upfor-wide-desktop-up