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Georgieva, do FMI, diz que credores privados e China precisam participar integralmente em alívio da dívida

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva. 19/10/2019. REUTERS/Mike Theiler.

WASHINGTON (Reuters) - A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, pediu nesta quarta-feira uma maior participação no alívio da dívida aos países pobres por parte dos credores privados e da China, dizendo que essa é a chave para seu sucesso e um arcabouço potencial para reestruturações de dívidas.

Georgieva disse em coletiva de imprensa que a participação de credores privados no programa de suspensão do serviço da dívida para países pobres tem sido praticamente inexistente, com apenas três dos 44 países elegíveis tentando contatar credores privados. Enquanto isso, apenas algumas das entidades de crédito oficiais da China participaram, disse ela.

“O que também estamos ouvindo da China é um reconhecimento de que eles são um credor relativamente novo, mas são grandes credores e precisam amadurecer internamente em termos de como lidam com seus próprios credores, a coordenação entre eles”, disse Georgieva.

Por David Lawder

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