September 17, 2018 / 1:32 PM / 3 months ago

Marfrig recebe executivos da National Beef e começa integração entre Américas do Norte e do Sul

Funcionário trabalha em unidade da Marfrig, em Promissão, São Paulo 07/10/2011 REUTERS/Paulo Whitaker

SÃO PAULO (Reuters) - Uma comitiva de quatro executivos da norte-americana National Beef chega nesta segunda-feira ao Brasil para visitar as operações da Marfrig na América do Sul, informou a companhia de alimentos brasileira, como parte do processo de integração das operações nas duas regiões.

A Marfrig anunciou em abril a compra de 51 por cento da National Beef, quarta maior processadora de carne bovina dos Estados Unidos, por 969 milhões de dólares.

Na ocasião, a Marfrig informou que os principais executivos da norte-americana permaneceriam na empresa, incluindo o presidente-executivo, Tim Klein, que lidera a comitiva que desembarca em São Paulo nesta segunda-feira.

Após a aquisição da National Beef, a Marfrig acertou a venda, em agosto, da totalidade de sua participação na Keystone Foods por 2,4 bilhões de dólares para a norte-americana Tyson Foods.

Com as movimentações, a Marfrig também informou em agosto a organização de seus negócios em duas operações: América do Sul, abrangendo Brasil, Uruguai, Argentina e Chile, e América do Norte, que inclui a National Beef.

“A vinda do grupo, liderado pelo CEO Tim Klein, marca o avanço no processo de integração das operações América do Sul e América do Norte da Marfrig”, disse a empresa em comunicado.

A visita dos executivos norte-americanos será acompanhada por Marcos Molina, presidente do conselho de administração da Marfrig, Eduardo Miron, presidente-executivo da Marfrig Global Foods, e Miguel Gularte, CEO da operação América do Sul.

As unidades visitadas serão de Itupeva, em São Paulo, Bataguassu, no Mato Grosso, Pampeano, no Rio Grande do Sul, e Tacuarembó, no Uruguai.

A Marfrig disse, no momento da aquisição da National Beef que os resultados da norte-americana seriam consolidados pela Marfrig, reduzindo o nível de alavancagem da empresa brasileira para 3,35 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), ante 4,55 vezes no fim do ano passado, disse a Marfrig.

Por Flavia Bohone

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