October 15, 2018 / 1:29 PM / a month ago

Vendas no varejo dos EUA aumentam menos que o esperado em setembro

Consumidores deixam mercado em Nova York, Estados Unidos 24/11/2017 REUTERS/Brendan McDermid

WASHINGTON (Reuters) - As vendas no varejo nos Estados Unidos tiveram leve alta em setembro uma vez que a recuperação das compras de veículos foi compensada pela maior queda nos gastos com restaurantes e bares em quase dois anos.

O Departamento de Comércio disse nesta segunda-feira que as vendas no varejo subiram 0,1 por cento no mês passado, após um ganho semelhante em agosto. Economistas consultados pela Reuters projetavam que as vendas no varejo aumentariam 0,6 por cento em setembro.

As vendas no varejo em setembro subiram 4,7 por cento em relação a um ano antes.

Excluindo automóveis, gasolina, materiais de construção e serviços de alimentação, as vendas no varejo subiram 0,5 por cento no mês passado. O chamado núcleo das vendas no varejo corresponde de forma mais próxima ao componente de gasto do consumidor do Produto Interno Bruto.

O sólido aumento das vendas no varejo em setembro aponta para um forte gasto dos consumidores, que deve compensar os pesos esperados sobre o crescimento econômico do aumento do déficit comercial e da fraqueza persistente no mercado imobiliário. As estimativas de crescimento para o terceiro trimestre estão acima da taxa anualizada de 3,0 por cento. No segundo trimestre, a economia cresceu a um ritmo de 4,2 por cento.

No mês passado, as vendas de automóveis cresceram 0,8 por cento, após uma queda de 0,5 por cento em agosto. As vendas em postos caíram 0,8 por cento, provavelmente refletindo uma moderação nos preços da gasolina.

As vendas em lojas de roupas se recuperaram 0,5 por cento depois de caírem 2,8 por cento em agosto. As vendas online e por correspondência aumentaram 1,1 por cento em setembro, após subirem 0,5 por cento no mês anterior.

Os gastos nas lojas de móveis aumentaram 1,1 por cento. Mas os norte-americanos cortaram gastos em restaurantes e bares, com as vendas caindo 1,8 por cento. Esse foi o maior declínio desde dezembro de 2016.

Por Lucia Mutikani

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