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Funcionários de cabine da Lufthansa chegam a acordo sobre corte de gastos

BERLIM (Reuters) - Os funcionários de cabine da Lufthansa votaram em esmagadora maioria a favor de um acordo para interromper os aumentos salariais e cortar horas, disse o sindicato UFO, que os representa, neste sábado, enquanto a companhia aérea alemã luta para conter as perdas devido à pandemia do coronavírus.

A Lufthansa fechou o acordo em junho com a UFO, que representa 22.000 tripulantes de cabine, para salvar mais de 500 milhões de euros (592,05 milhões de dólares) em economias como menos horas pagas e um corte equivalente nos salários, bem como uma redução temporária nas pensões.

Na semana passada, a companhia aérea notificou os trabalhadores alemães sobre demissões compulsórias, dizendo que a queda nas viagens e o lento progresso nas negociações sindicais significava que os cortes eram inevitáveis depois que a transportadora perdeu 1,7 bilhão de euros em um único trimestre.

A Lufthansa, que em junho recebeu um resgate governamental de 9 bilhões de euros, disse na semana passada que esperava que a capacidade de voos retornasse para apenas cerca de 50% do normal até o fim de 2020 e para dois terços do nível do ano passado em 2021.

A companhia aérea disse na quinta-feira que abandonou as negociações com o sindicato Verdi em nome de 35.000 funcionários de terra por causa de um pacote para cortar custos de pessoal e só retornaria à mesa de negociações se o Verdi oferecesse economias de custo significativas.

Reportagem de Emma Thomasson e Georg Merziger

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