27 de Junho de 2008 / às 16:25 / 9 anos atrás

AGENDA POLÍTICA-Congresso deve retomar ritmo de votações

SÃO PAULO (Reuters) - O Congresso deve retomar o ritmo após o término das festas juninas e das convenções municipais para escolha de candidatos, que se encerram na segunda-feira.

O recesso parlamentar, marcado para ter início em 18 de julho, depende da aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e está previsto um esforço para votação do projeto na Comissão de Orçamento e depois no plenário conjunto da Câmara e do Senado.

O presidente Lula viaja à Argentina na segunda-feira para participar de reunião do Mercosul, quando o Brasil deve assumir a presidência rotativa do bloco. Antes, no domingo, ele vai a São Paulo para visitar uma montadora de automóveis. No mesmo dia, está marcada a convenção do Partido dos Trabalhadores que vai formalizar a candidatura de Marta Suplicy à prefeitura da cidade, mas a presença do presidente não está confirmada.

A seguir os principais eventos políticos da semana.

DOMINGO

-- O presidente Lula participa do lançamento do novo modelo Gol na fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo (SP).

SEGUNDA-FEIRA

-- O presidente Lula vai a Itajubá para as comemorações dos 30 anos da fábrica de helicópteros Helibrás, onde faz o lançamento do pólo aeronáutico de helicópteros de grande porte.

-- À noite, Lula participa de jantar que antecede a 35a Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados em San Miguel de Tucumán, na Argentina. O encontro acontece na terça-feira, quando o Brasil deve assumir a presidência rotativa do bloco.

TERÇA-FEIRA

-- Remarcado, o parecer sobre a reforma tributária deve ser apresentado pelo deputado Sandro Mabel (PR-GO).

-- Reunião de líderes na Câmara para definir a pauta. O presidente, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), pretende votar projeto que cria cerca de 8 mil vagas de professores e técnicos-administrativos para as universidades federais, assim que a pauta do plenário for liberada. Até o recesso parlamentar, sete medidas provisórias e um projeto com urgência constitucional têm prioridade.

-- Um destaque da votação da Contribuição Social para a Saúde (CSS) ainda está pendente, mas o governo só deve tentar a votação quando tiver segurança de que conseguirá derrubar a proposta, que retira a fonte da contribuição, que são as transações financeiras. (Reportagem de Carmen Munari)

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