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EUA impõem sanções a empresas que levam petróleo da Venezuela a Cuba

Secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin 12/09/2019 REUTERS/Sarah Silbiger.

WASHINGTON (Reuters) - O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos disse nesta terça-feira que está impondo sanções a quatro empresas marítimas por transportarem petróleo da Venezuela a Cuba, uma violação de uma rodada anterior de sanções, em meio a uma escassez aguda de combustível na ilha.

Apesar das medidas rígidas aplicadas pelos EUA à estatal petroleira venezuelana PDVSA em janeiro, a importadora e exportadora estatal de petróleo Cubametales e outras entidades sediadas em Cuba “continuaram a contornar sanções recebendo remessas de petróleo da Venezuela”, disse o Tesouro dos EUA em um comunicado.

O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse que seu país continua a adotar ações contra o líder venezuelano, Nicolás Maduro, que Washington considera um governante ilegítimo.

“O petróleo da Venezuela pertence ao povo venezuelano, e não deveria ser usado como ferramenta de barganha para sustentar ditadores e prolongar a usurpação da democracia venezuelana”, disse Mnuchin no comunicado.

Uma das entidades punidas é a Caroil Transport Marine, radicada no Chipre, e três embarcações que ela opera, a Carlota C, o Sandino e o Petion, por supostamente levarem petróleo e combustível da Venezuela a Cuba.

Dois grupos com base no Panamá --Trocana World Inc e Tovase Development Corp-- foram punidos pela posse de três navios-tanque. Uma terceira empresa panamenha, Bluelane Overseas SA, também foi penalizada, além de uma embarcação de sua propriedade chamada Giralt.

Os cubanos têm enfrentado longas filas nos postos de combustíveis e no transporte público.

Por Doina Chiacu em Washington e Marianna Parraga na Cidade do México

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