4 de Outubro de 2014 / às 17:08 / em 3 anos

Aécio e Marina têm empate técnico com vantagem numérica do tucano, diz CNT/MDA

(Reuters) - A presidente Dilma Rousseff (PT) manteve sua vantagem na corrida presidencial, mas pesquisa CNT/MDA divulgada neste sábado mostrou que Aécio Neves (PSDB) ultrapassou Marina Silva (PSB).

Dilma passou de 40,4 por cento obtidos em pesquisa anterior para 40,6 por cento, enquanto Aécio Neves cresceu 4,2 pontos e alcançou 24 por cento das intenções de voto. Já Marina Silva caiu 3,8 pontos, para 21,4 por cento.

Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, Aécio e Marina estão em empate técnico.

A pesquisa foi realizada quinta e sexta-feira, enquanto a anterior foi feita em 27 e 28 de setembro.

Também na simulação de segundo turno, Aécio cresceu bem. Dilma tem agora 46 por cento (49,1 por cento na pesquisa anterior) contra 40,8 por cento do tucano (36,8 por cento).

Em um segundo turno entre Dilma e Marina, a presidente tem 47,6 por cento (versus 47,7 por cento na pesquisa anterior) contra 37,9 por cento de Marina (38,7 por cento).

A pesquisa ouviu 2.002 pessoas, em 137 municípios de cinco regiões de país.

A empresa de pesquisas projeta que a eleição presidencial será decidida em um segundo turno entre Dilma e Aécio.

Outras pesquisas, Ibope e Datafolha, também serão divulgadas mais tarde neste sábado.

Marina Silva teve uma forte alta de intenções de votos quando entrou na disputa após a morte de Eduardo Campos em um acidente de avião em agosto. Apenas um mês atrás, ela era vista como favorita para derrotar Dilma e encerrar 12 anos de governo do PT.

Mas ataques da campanha de Dilma minaram sua popularidade ao questionar a capacidade de Marina governar o país sem o apoio de partidos tradicionais, pintando-a como uma candidata da elite financeira determinada a acabar com programas sociais.

Já Aécio Neves subiu de forma consistente nas pesquisas, enquanto Marina caiu.

O número de eleitores que disse que nunca votaria em Aécio Neves caiu de 42,6 para 37 por cento na pesquisa atual, enquanto a rejeição de Marina subiu gradualmente e agora está no mesmo patamar de Dilma, com 42 por cento.

Por Luciana Bruno e Anthony Boadle; Edição de Alexandre Caverni

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