2 de Março de 2013 / às 13:57 / em 5 anos

Petrobras busca controlar vazamento em poço na bacia de Campos

SÃO PAULO, 2 Mar (Reuters) - A Petrobras informou neste sábado que trabalha para controlar um vazamento de óleo no campo de Marlim, na bacia de Campos, cuja origem foi identificada na sexta-feira.

Logotipo da Petrobras é visto em preédio de Universidade no Rio de Janeiro. A Petrobras informou neste sábado que ainda não conseguiu controlar um vazamento de óleo no campo de Marlim, na bacia de Campos, cuja origem foi identificada na sexta-feira. 09/10/2013 REUTERS/Ricardo Moraes

A companhia constatou que o vazamento está relacionado a um problema no equipamento conhecido como “árvore de natal molhada”, do poço MRL-131, segundo nota divulgada na noite de sexta-feira.

Segundo a Petrobras, o poço “está fora de operação”.

A estatal não informou quanto produz de petróleo no poço nem deu prazo para a retomada da produção no local.

Os primeiros indícios do vazamento foram avistados na quinta-feira, no campo de Marlim, a 172 km da costa de Macaé (RJ).

O volume de óleo detectado foi estimado em 108 litros, sendo 13 litros, na quinta-feira, e outros 95 litros, na sexta-feira, segundo a empresa. Não havia mais informações sobre o vazamento neste sábado, de acordo com a assessoria de imprensa.

“Todas as medidas para solucionar o problema já estão sendo tomadas pela empresa”, ressaltou a companhia.

Cinco embarcações especializadas em contenção e recolhimento de óleo, três para inspeção submarina, foram deslocadas para a área do vazamento.

O campo de Marlim está situado perto de Marlim Sul e Marlim Leste, onde estão vários dos mais importantes poços produtores do Brasil --a bacia de Campos também é a principal produtora do país, com mais de 80 por cento da extração de petróleo.

Um poço do campo de Marlim (denominado 7MRL213HARJS) está entre 30 mais produtivos do Brasil, de acordo com relatório da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), de dezembro.

A Petrobras disse que mantém informados a ANP, o Ibama e a Marinha sobre a ocorrência.

Por Roberto Samora

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