29 de Janeiro de 2013 / às 20:28 / em 5 anos

Dilma garante que não faltará energia para o Brasil crescer

29 Jan (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff disse nesta terça-feira que não faltará energia para o Brasil crescer e ressaltou a importância de ter uma matriz energética diversificada.

“2013 vai ser o ano que mais vai entrar energia na nossa matriz. Aqui está sendo gerado 34 megawatts, no Brasil inteiro, em 2013, teremos 8.500 megawatts. E ainda teremos mais 7.400 quilômetros de linhas de transmissão”, afirmou ela ao inaugurar o Parque Eólico de Sergipe.

“O país precisa de energia para tudo que faz. Para indústrias, para colocar a agricultura funcionando, para o comércio ... ter energia significa garantir que o Brasil cresça”, acrescentou.

A presidente citou as mudanças feitas desde o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no setor elétrico, as quais ela coordenou à frente do Ministério de Minas e Energia, como um fator importante para o país ter segurança atualmente.

“Além do que fizemos no passado, este ano estão amadurecendo investimentos expressivos que fizemos”, disse Dilma.

A usina de energia eólica de Barra dos Coqueiros, na região metropolitana de Aracaju, terá capacidade instalada de 34,5 megawatts (suficiente para abastecer uma cidade de 120 mil habitantes), segundo o governo federal.

O investimento para a instalação da usina, que conta com 23 torres de aerogeradores e teve apoio do governo do Estado, foi de 125 milhões de reais.

Os empreendimentos eólicos em operação no país atualmente somam 1,9 gigawatts (GW) de potência instalada, de um total de 121,3 GW de toda a potência de geração em operação no Brasil, segundo dados do Banco de Informações de Geração (BIG) da Agência Nacional de Energia Elétrica. Outros 1,95 GW de empreendimentos eólicos estão em construção o país.

Dilma voltou a dizer que a conta de luz será reduzida, como prometido.

Na semana passada, ela anunciou uma redução maior do que a esperada na tarifa de energia elétrica, de 18 por cento para consumidores domésticos e de até 32 por cento para indústria, agricultura, comércio e serviços, depois de enfrentar a desconfiança em torno da garantia do abastecimento de energia, em meio aos menores níveis dos reservatórios das hidrelétricas do país em dez anos.

A diminuição do custo da energia será possível com a renovação antecipada e onerosa de concessões elétricas que venceriam de 2015 a 2017 e pela redução ou fim de encargos sobre o setor.

“O correto é devolver para quem pagou e quem pagou foram os 190 milhões de brasileiros”, declarou a presidente.

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