February 21, 2017 / 7:12 PM / 2 years ago

Projetos pessoais prevalecem sobre filmes de nomes consagrados no Oscar 2017

Emma Stone e Damien Chazelle, que venceram Bafta com "La La Land" no Royal Albert Hall, em Londres 12/2/2017 REUTERS/Toby Melville

LOS ANGELES (Reuters) - O Oscar deste ano está repleto de projetos alimentados por uma paixão e por visões profundamente pessoais que prevaleceram sobre o ceticismo, problemas de financiamento e a sabedoria convencional.

Para o favorito “La La Land–Cantando Estações”, que o diretor Damien Chazelle levou seis anos para concretizar, e o azarão indie “Moonlight–À Luz do Luar”, feito com um orçamento tão apertado que o elenco e a equipe compartilharam um trailer, o caminho tortuoso até a cerimônia só fez aumentar seu charme.

Outros filmes recentes, como “Silêncio”, que Martin Scorsese demorou 28 anos para fazer, e “No Rules Apply”, com o qual Warren Beatty flertou durante duas décadas, foram esnobados na temporada de premiações e nas bilheterias, assim como o projeto pessoal de Ben Affleck, “A Lei da Noite”.

Observadores dos prêmios de Hollywood dizem que isso pode ter pouco a ver com a habilidade e o comprometimento dos cineastas, mas certos projetos passionais e seus criadores encontraram uma maneira de chegar às plateias no que acabou se revelando como o momento certo, mesmo anos depois de terem sido concebidos.

“A ocasião é tudo para estes filmes e como eles ecoam. É uma questão de paixão, mas também de estar no lugar certo na hora certa”, afirmou Pete Hammond, colunista do site Deadline.com.

    (Por Jill Serjeant)

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