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Jamie Cullum leva novidades a Montreux e alfineta Trump

MONTREUX, Suíça (Reuters) - O cantor e compositor britânico Jamie Cullum uniu clássicos a novos materiais no Montreux Jazz Festival, dizendo à multidão que estava feliz por não estar em Londres durante a visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Cullum, que fará 39 anos mês que vem, pulou do piano durante a música de abertura, “Get Your Way”, dando o tom de um show de muita energia, que durou duas horas no Stravinski Auditorium e acabou à meia-noite na sexta-feira.

Foi a quinta participação de Cullum no prestigioso evento desde 2004, na época, pouco depois do lançamento de seu álbum de estreia “Twentysomething”, que se tornou o álbum de estúdio mais vendido por um artista de jazz no Reino Unido.

“Estar aqui é um sonho, voltar a Montreux cinco vezes, é um dos maiores festivais do mundo. Eu não acho pouca coisa, de forma alguma, tantos dos meus heróis tocaram aqui”, disse Cullum à platéia de 4.000 pessoas na 52ª edição do festival.

“Vocês sabem quem está em Londres agora, um visitante... O que eu quero dizer é que é muito, muito bom estar aqui”, disse.

Cullum disse que o Montreux Jazz Festival, fundado pelo falecido Claude Nobs e dirigido por Mathieu Jaton desde 2013, “sempre apoia os músicos em suas empreitadas criativas. Eles não te dizem quando você tem que terminar, eles dizem ‘vá lá, faça o que quiser e se divirta’”.

Usando preto e com o apoio de uma banda e duas vocalistas, ele tocou canções de seu repertório incluindo “All at Sea” e “These are the Days”.

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