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Polícia italiana acredita ter achado obra de Klimt em galeria de onde foi roubada

Polícia vigia o que se acredita ser a obra de Gustav Klimt que foi roubada em 1997, em Piazcenza 10/12/2019 Imagem de vídeo/ Polizia di Stato/ via REUTERS

ROMA (Reuters) - Uma pintura do artista austríaco Gustav Klimt que foi roubada em 1997 pode ter sido descoberta escondida atrás de uma parede da galeria italiana da qual foi levada, disseram autoridades nesta quarta-feira.

Funcionários descobriram a obra, um retrato de uma jovem finalizado em 1917, quando limpavam a erva daninha do muro exterior da galeria Ricci Oddi, da cidade de Piacenza, no norte do país, e se depararam com um pequeno alçapão.

A obra de arte estava em um saco de lixo de plástico em seu interior.

“Isto é incrível”, disse Jonathan Papamarengh, chefe do departamento de cultura do conselho municipal de Piacenza, à rádio Capital.

A polícia se encarregou do achado, e agora especialistas o analisarão para comprovar sua autenticidade.

A pintura desapareceu em fevereiro de 1997. À época, a polícia disse acreditar que ladrões usaram uma linha de pesca para fisgar a obra de arte da parede e erguê-la através de uma claraboia aberta até o teto da galeria, onde a moldura foi descartada.

Uma falsificação habilidosa da pintura, embrulhada e enviada a um policial, foi apreendida pelas autoridades um mês depois, aumentando o mistério.

Papamarengh disse ser difícil acreditar que o original esteve escondido na parede da galeria desde seu desaparecimento, dizendo que o edifício foi revistado cuidadosamente após o roubo.

“A condição da pintura é excelente. Parece estranho acreditar que ficou encostada em uma parede, perto do chão e da vegetação, durante 22 anos”, acrescentou.

Por Crispian Balmer

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