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Trump diz que ex-assessor Bolton infringirá a lei se publicar livro

Então conselheiro de segurança nacional dos EUA, John Bolton, observa presidente dos EUA, Donald Trump 12/02/2019 REUTERS/Carlos Barria

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que seu ex-conselheiro de segurança nacional John Bolton vai infringir a lei se publicar um livro que escreveu sobre sua passagem pela Casa Branca.

Trump, ao falar a jornalistas na Casa Branca, também afirmou que qualquer conversa com ele é confidencial.

O procurador-geral e secretário de Justiça dos EUA, William Barr, que falou no mesmo evento, disse que Bolton não havia completado o processo necessário para publicar o livro e que o Departamento de Justiça estava tentando fazer com que ele retirasse as informações sigilosas.

O livro de Bolton, “The Room Where It Happened: A White House Memoir”, tem lançamento previsto para 23 de junho.

A editora Simon and Schuster anunciou em um comunicado à imprensa na sexta-feira que o livro oferece um relato de bastidores sobre “o inconsistente e desorganizado processo de tomada de decisão” de Trump.

O livro detalha negociações de Trump com a China, Rússia, Ucrânia, Coreia do Norte, Irã, Reino Unido, França e Alemanha, segundo a editora.

“Esse é o livro que Donald Trump não quer que você leia”, afirmou a Simon and Schuster.

Trump demitiu Bolton em setembro em meio a diferenças latentes em uma série de questões de política externa.

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