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"The West Wing" troca política da ficção pela real em especial da HBO

25/09/2015 Ator Martin Sheen, que interpretou o presidente de tendência progressista Jed Bartlet no seriado "The West Wing" REUTERS/Carlo Allegri

LOS ANGELES (Reuters) - Quatorze anos depois de o drama político televisivo “The West Wing: Nos Bastidores do Poder” desmontar seu cenário da Casa Branca, a série está de volta com sua versão fictícia de um presidente dos Estados Unidos e a missão de levar os norte-americanos às urnas no dia 3 de novembro para escolher um de verdade.

Martin Sheen --que interpretou o presidente de tendência progressista Jed Bartlet no seriado-- se reencontra com os funcionários fictícios vividos por Bradley Whitford, Allison Janney, Rob Lowe, Dule Hill, Janel Maloney e Richard Schiff para um especial de incentivo ao voto, que não é obrigatório no país.

O episódio “A West Wing Special to Benefit When We All Vote”, que será transmitido pela HBO Max na quinta-feira, é uma versão teatral de um episódio de 2002 chamado “Hartsfield’s Landing”, no qual o cerebral Bartlet joga xadrez com seus assessores enquanto aguarda os resultados de uma eleição primária estadual e lida com uma crise em ebulição a respeito de Taiwan.

Aaron Sorkin, criador de “The West Wing”, disse que o episódio foi escolhido “porque terminou com uma sensação que queríamos que o público tivesse, uma sensação a respeito da votação”.

Embora Sorkin não tenha atualizado o roteiro, figuras como o ex-presidente Bill Clinton, a ex-primeira-dama Michelle Obama e o criador do musical “Hamilton”, Lin-Manuel Miranda, aparecerão durante os intervalos comerciais “dando informações sobre a votação e derrubando algumas falsidades a respeito da votação”, disse Sorkin.

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