October 20, 2018 / 5:52 PM / in a month

"A Private War" conta a história da repórter de guerra Marie Colvin

LONDRES (Reuters) - A premiada repórter de guerra norte-americana Marie Colvin era conhecida por suas informações a partir dos conflitos mais brutais do mundo. Agora, um novo filme com a atriz Rosamund Pike conta a história da jornalista sobre sua atitude destemida no fronte.

Concentrado na última década de sua vida, “A Private War” leva a audiência para a linha de frente de conflitos no Sri Lanka, Iraque, Afeganistão, Líbia e Síria. Colvin foi morta na Síria em 2012, enquanto trabalhava pelo jornal britânico The Sunday Times.

    Baseado em um artigo sobre Colvin para a revista Vanity Fair, o filme tem Rosamund Pike usando uma cobertura sobre um dos olhos, perdido pela jornalista em 2001 após uma explosão no Sri Lanka. Entre as cenas, a atriz mostrará a jornalista fugindo de tiroteios e buscando a verdade, enquanto suas reportagens também causavam grandes efeitos em sua vida pessoal.

    “Eu pensei ‘Meu Deus, essa é uma mulher que seria uma alegria fazer as pessoas assistirem sobre’... pegar essa alma complicada, feroz, compenetrada, ambiciosa, vulnerável e romântica e colocá-la na tela”, disse Pike. “Porque... ela é um modelo, mas um modelo de verdade.”

    O astro de “50 Tons de Cinza”, Jamie Dornan, interpreta o fotógrato Paul Conroy, que acompanhava Colvin em suas viagens e estava com ela quando foi morta, em Homs, durante a cobertura do conflito sírio.

    “Isso dá a você ainda mais respeito pelas pessoas que vão para esses lugares e tentam informar a verdade sobre o que está acontecendo”, disse Dornan.

    Conroy, que trabalhou como fotógrafo do set de filmagens, afirmou que os atores absorveram a “essência” de seu relacionamento com Colvin.

“(Colvin) era uma força da natureza ... Era como descascar uma cebola, ela continuava indo mais e mais e mais... até que estávamos no que ela considerava o coração”, disse Conroy.

O filme é dirigido pelo documentarista indicado ao Oscar Matthew Heineman, cujos trabalhos anteriores incluem a cobertura de ativistas agrupados contra o Estado Islâmico na Síria.

“Neste mundo de notícias falsas e com jornalismo sob ataque... eu acho que é tanto uma homenagem a Marie (como também) uma homenagem ao jornalismo e à importância do jornalismo”, disse ele.

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