26 de Junho de 2008 / às 19:11 / em 9 anos

Turnê de Madonna já vendeu mais de 1 milhão de ingressos

NOVA YORK (Reuters) - Os fãs de Madonna podem dar à nova turnê da cantora um recorde, disse a promotora de shows Live Nation na quinta-feira, procurando desmentir os boatos de que a Material Girl esteja perdendo a popularidade.

<p>A cantora Madonna durante visita ao Malau&iacute;. Os f&atilde;s de Madonna podem dar &agrave; nova turn&ecirc; da cantora um recorde, disse a promotora de shows Live Nation na quinta-feira, procurando desmentir os boatos de que a Material Girl esteja perdendo a popularidade. Photo by Siphiwe Sibeko REUTERS/Siphiwe Sibeko (Malawi) (Newscom TagID: rtrphotos2956305) [Photo via Newscom]</p>

A empresa de Los Angeles disse que foram vendidos mais de 1 milhão de ingressos -- o que corresponde a mais de 90 por cento do total -- para os shows da turnê “Sticky & Sweet”, que começa em Cardiff, País de Gales, em 23 de agosto.

A Live Nation quer se transformar em uma empresa de música abrangente, oferecendo aos artistas contratos para gravações e negócios no setor de merchandising, além de promover turnês.

Madonna é uma das principais artistas contratadas pela Live Nation. Dizem que o contrato assinado com ela vale 120 milhões de dólares.

O jornal New York Post informou na terça-feira que os ingressos de Madonna não estão se esgotando em alguns lugares, como o estádio Dodger, em Los Angeles, onde foram vendidos apenas 27 mil dos 43 mil ingressos.

O porta-voz da Live Nation, John Vlautin, confirmou os números de Los Angeles, mas disse que as vendas mundiais devem registrar mais de 250 milhões de dólares, o que bateria o recorde para performance feminina, atualmente detido pela própria Madonna.

A turnê “Confessions on a Dance Floor”, feita há dois anos, arrecadou 195 milhões de dólares.

O mês de junho tem sido difícil para a Live Nation -- segundo rumores, a empresa pagou demais a artistas como Madonna e o rapper Jay-Z.

A companhia perdeu o presidente, Michael Cohl, na semana passada, devido a uma rixa com o chefe-executivo, Michael Rapino, por causa da estratégia.

Cohl, que coordenava o setor de artistas da empresa, queria assinar vários deles rapidamente, mas Rapino queria apenas quatro ou cinco por ano. Cohl agora é consultor da companhia.

Há ainda o temor de que a desaceleração da economia norte-americana prejudique a venda de itens supérfluos, como ingressos para shows de rock, que podem custar até 200 dólares, dependendo do artista. E é justamente de grandes artistas que vem a maior fatia dos lucros da Live Nation.

A administração da empresa informou que a economia não afetou seus negócios, segundo Vautin.

Reportagem de Yinka Adegoke

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